PM expulsa soldado que denunciou tortura após assumir ser gay em SP

Polícia Militar do Estado de São Paulo decidiu expulsar o soldado Adriell Rodrigues Alves da Costa, de 35 anos, da corporação. A decisão, publicada no Diário Oficial, acontece pouco mais de seis meses após o soldado acusar os oficiais do 39° Batalhão da Polícia Militar de ‘perseguição, tortura e homofobia’. Ao G1, Costa disse, na manhã deste domingo (15), que está com medo de ser morto.

O agora ex-militar tornou-se conhecido a partir de um vídeo gravado por ele e compartilhado em uma rede social. “Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do Estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias”, dizia.

Seis meses depois da publicação do vídeo, o comando da PM decidiu expulsá-lo por ter cometido “transgressão disciplinar de natureza grave”. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Costa agrediu uma equipe de saúde e outros policiais durante uma avaliação clínica marcada a ele pela corporação durante apuração dos fatos.

O ex-militar, que é formado em odontologia, ficou indignado com a decisão. “Fiquei dentro da minha casa esperando atendimento médico durante oito dias. Eu ia entrar em deserção. Me convenceram a ir dizendo que eu ia para São Paulo. Era mentira”. Ele, que acabou preso por 34 dias, diz ser vítima de um crime “forjado” pelo comando.

Adriell também alega que a corporação nunca aceitou os atestados que apresentava. “Eles me faziam trabalhar engessado e medicado, pois meus laudos não valiam”. O salário dele foi suspenso em novembro de 2017. “A cúpula da instituição nomeou um sargento [para defendê-lo] que é subordinado aos tiranos que me perseguiram e torturaram”.

“A PM destruiu a minha vida. Temo pela minha integridade física. Temo que me matem para calar todo o mal que me fizeram. Eles provaram que não têm escrúpulos algum. Se alguma coisa acontecer comigo, foi o Estado de São Paulo e a Polícia Militar que fizeram mal”, fala, ao complementar que está com medo.

 

 

O caso

 

Soldado há 9 anos, Costa iniciou a carreira na polícia lotado no 24º Batalhão, em Diadema, sendo transferido depois para Mauá, cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Em 2011, teve as mãos lesionadas após um atropelamento durante o trabalho, e desde então, passou a atuar em funções administrativas na corporação.

Em 2016, após decidir morar no litoral paulista, Costa passou a atuar no 39º Batalhão, em São Vicente. Segundo ele, desde o início, havia sido considerado “peso morto” por ter ido para a unidade com restrições médicas, retiradas posteriormente pelo médico do 6º Comando do Policiamento do Interior, responsável por todo litoral.

A situação física se agravou ao lado da psicológica, já que ele acusava o batalhão de persegui-lo em razão da orientação sexual. “Eu escutei de um cabo que eu tinha que ‘virar homem’. Ele me disse: ‘Você não é homem. Você não está agindo como um homem’. Decididamente, um inferno começou na minha vida quando vim para a Baixada [Santista]“, relatou, na época.

Ainda na ocasião da divulgação do vídeo, a Secretaria de Segurança afirmou que estava prestando todo o apoio necessário ao policial. O comunicado enviado ao G1 afirmava que as medidas para solucionar o caso ‘estavam sendo tomadas’ e que a Corregedoria da Polícia Militar estava acompanhando o caso.

fonte: G1

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Irmão de Grazi Massafera já posou nu para revista gay e é tímido

Você pode não está lembrado, mas após Grazi Massafera ficar com o segundo colocado lugar no BBB 5, o seu irmão Alecsandro, posou nu para a extinta revista G Magazine.

A atriz ainda não tinha virado uma estrela, cheia de contratos milionários, e o rapaz, na época com 25 anos, usou o cachê do ensaio para ajudar a família. Atualmente, o rapaz vive longe dos holofotes (a exceção é quando aparece ao lado da irmã), na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, onde trabalha como engenheiro.

A atriz ainda não tinha virado uma estrela, cheia de contratos milionários, e o rapaz, na época com 25 anos, usou o cachê do ensaio para ajudar a família. Atualmente, o rapaz vive longe dos holofotes (a exceção é quando aparece ao lado da irmã), na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, onde trabalha como engenheiro.

fonte: athosgls.

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Jogador gera polêmica ao fazer comentário em rede social: ‘Gays vão para o inferno’

Atleta apagou a publicação no Instagram horas depois.

Austrália – O jogador de rugby Israel Folau, de 29 anos, polemizou no Instagram ao fazer comentário sobre homossexuais. Horas depois, o atleta apagou a publicação na rede social.

“Qual é o plano de Deus para os gays?. Inferno. Ao menos que eles se arrependam de seus pecados e se voltem para Deus”, apontou Israel Folau.

Apesar de a mensagem ter sido apagada, ela chegou até à Federação de Rugby Australiano, que se pronunciou sobre o caso. “O comentário de Israel reflete suas crenças religiosas, no entanto, não representa a visão do Rugby da Austrália”, pontuou a chefe-executiva Raelene Castle. “Nós alinhamos a nossa opinião de que o rugby é um esporte para todos, independentemente de sexualidade, raça, religião ou gênero, o que é claramente articulado na inclusão do rugby”, completou.

Essa não foi a primeira vez que Israel se pronunciou sobre os homossexuais. Em setembro, o jogador se mostrou contra o casamento gay. “Eu amo e respeito todas as pessoas pelo o que são e suas opiniões. Mas eu, pessoalmente, não irei apoiar o casamento gay”, escreveu em seu Twitter.

fonte: athosgls

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Gilmar vincula incapacidade técnica a homossexuais, diz fundador da Parada Gay

Lideranças de ONGs, associações e movimentos de apoio à causa LGBT reagiram ao comentário do ministro do STF Gilmar Mendes feito em entrevista à Folha de S.Paulo. De Portugal, ele disse acreditar que um suposto processo de desinstitucionalização do país promovido pelo PT tem a ver com “más escolhas [de magistrados] para o Supremo”.

Sem citar nomes, o ministro afirma que foram privilegiadas nas indicações “pessoas ligadas ao movimento LGBT, ao MST, basistas e coisas desse tipo”, e o resultado dessa composição é um “direito penal totalitário”.

As fontes ouvidas pela reportagem, algumas em condição de anonimato, receberam as declarações de Mendes com misto de espanto e revolta. Uma delas avalia que ele faz um “outing” (saída do armário) indireto de colegas e deveria revelar os nomes em vez de fazer suposições.

“Esse é Gilmar sendo Gilmar, sempre contraditório em suas colocações”, afirma o cofundador da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Nelson Pereira. O comentário do ministro, para ele, não pode ser considerado preconceito velado porque “já é descarado e fora da conjuntura. Vincula uma incapacidade técnica aos homossexuais”.

De Washington (EUA), onde participa de reunião com a Organização Pan-Americana de Saúde, o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, relaciona a “avaliação equivocada” do magistrado ao propósito das “fake news” (notícias falsas) de mudar fatos e descontextualizá-los.

“É uma fala descabida. A comunidade já foi acusada de tudo, de destruir famílias e até de contaminar a raça ariana do [líder nazista, Adolf] Hitler. Agora, é de fazer lobby por privilégios”, lamenta Reis.

Segundo ele, nunca houve pressão do movimento gay nas indicações no STF porque “simplesmente não temos esse poder” e “as pessoas estão lá por méritos próprios”.

Ele lembra que o processo de escolha para ministros do Supremo parte do presidente, que indica o nome para a vaga e envia a proposta para validação do senado. “A batata quente, qualquer problema relacionado a essas escolhas, está lá, no congresso”, diz.

A presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Maria Berenice Dias, avalia que o ministro “derramou seu fél preconceituoso sobre o segmento, assumindo uma postura desmedida e homofóbica”.

“Os gays sempre são tratados pelo prisma negativo. Causa espanto a fala porque ele votou pelo reconhecimento da união homoafetiva e pelo direito da população trans mudar o registro e, agora, descontextualiza uma questão [a prisão de Lula] para tecer comentários preconceituosos”, afirma Dias, citando votações de 2011 e 2018, respectivamente.

De acordo com ela, é esse tipo de postura que faz “muitos magistrados homossexuais não assumirem sua sexualidade”, por medo de retaliação. “É uma época de obscurantismo, na qual as portas para gays, lésbicas e, principalmente, transexuais, estão fechadas.”

Procurado, o Grupo Grupo Gay da Bahia, um dos mais atuantes na defesa dos direitos LGBT e no projeto de criminalização da homofobia, não quis comentar as declarações do ministro. Um dos porta-vozes do grupo disse que consultaria outras lideranças para formular um comunicado formal, mas desistiu porque, de acordo com ele, “é um momento tenso e de expectativas”.

Fonte: portalodia

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Dama da Noite: Espetáculo baseado na obra de Caio Fernando Abreu, reestreia em Sao Paulo, comemorando sete anos em carta

O ator Luiz Fernando Almeida, volta aos palcos com “Dama da Noite”, uma adaptação do conto de Caio Fernando Abreu, para mais uma temporada em São Paulo. A reestréia acontece no dia 19 de abril, quinta-feira, as 21horas, no Cabaret da Cecília. A direção e de Andre Leahun. A montagem comemora sete anos em cartaz e narra à vida de um ser humano que vê o mundo e não se sente inserido no mundo que vê.

A premiada versão do ator santista Luiz Fernando Almeida para o monólogo “Dama da Noite”, inspirado em um conto de Caio Fernando Abreu (1948-1996), comemora sete anos de existência em sua quarta temporada em São Paulo.

A peça fica em cartaz no Cabaret da Cecília, sempre as quintas-feiras, a partir de 19 de Abril, com apresentações às 21h. Os ingressos são no sistema pague quanto puder. Após cada apresentação é passado um chapéu, onde o público contribui voluntariamente.

Dirigido por André Leahun, o espetáculo revela as angústias de uma pessoa que não consegue se inserir no mundo em que vive. A personagem expurga todo o seu desprezo pela sociedade que a exclui.

Com clima intimista, a montagem é ambientada em um cenário que deve ser escolhido pela imaginação do espectador – pode ser uma balada, um bar, um clube ou qualquer outro lugar.

A montagem ganhou uma adaptação cinematográfica em 2014, dirigida por Dino Menezes. O curta-metragem já foi exibido em vários festivais nacionais.

O espetáculo foi classificado em segundo lugar no “Prêmio Nacional de Teatro de Mogi das Cruzes”, em 2011, e recebeu a premiação de melhor maquiagem no “2º FESTKAOS” no mesmo ano. Além disso, esteve entre os finalistas do “Aplauso Brasil 2013″, nas categorias de melhore ator, diretor e figurino e foi indicado a prêmios da comunidade LGBT na categoria Melhor Espetáculo Teatral LGBT pelos premio do Papo Mix e Guia Gay SP. Participou de eventos como: Corpo Subcorpo- SESC- SP, Festival Mix Brasil (SP, RJ, Acre), Sansex- Mostra da Diversidade Sexual de Santos, SIM- Semana da Diversidade Sexual de Araçatuba, Fringe- Festival de Teatro de Curitiba entre outros.

Plus

(Usuários do app Hornet ganham descontos e tem combos especiais consumíveis nesta noite apresentando a mensagem recebida no app.)

A Triton Eyewear nossa apoiadora, vai sortear óculos escuros incríveis para os espectadores de cada sessão durante a temporada.

Ficha Técnica

Dama da Noite

Adaptação do conto de Caio Fernando Abreu

Com Luiz Fernando Almeida

Direção Andre Leahun

Técnica: Pablo Silva

Make: Amanda Diniz

Designer Grafico: Betinho Neto

Promoção: Hornet – Portuguese e Sanatório Geral

Apoio gastronômico: Rede Biroska, Frango com tudo, Planetas

Luna di Capri, Cantina Piolin.

Apoio Cultural: Sansex, Associação Caio Fernando Abreu, Bazar Cafofo, Triton, White Apple, Pe e Cia, Centro Cultural Tendal da Lapa.

Realização Cafofo Produções e Eventos

Dama da noite na internet:

Fanpage: www.facebook.com/damadanoiteteatro

Para Roteiro:

Dama da Noite

Adaptação do conto de Caio Fernando Abreu

Com Luiz Fernando Almeida

Direção Andre Leahun

Estréia 19/04 – em cartaz as quintas-feiras sempre às 21h

Ingresso: Pague quanto puder (somente em dinheiro).

Capacidade: 40 pessoas por sessão.

Cabaret da Cecília- Rua Fortunato 35- Santa Cecília- SP./ (11) 3392-1239

Metro mais próximo: Santa Cecília.

O Cabaret aceita todos os cartões de debito e credito.

FONTE: folhago
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App de relacionamento gay Grindr compartilhou status de HIV de usuários com outras empresas

O aplicativo de relacionamentos gay Grindr compartilhou dados de usuários, inclusive os status de HIV, com outras empresas.

A denúncia foi originalmente feita pela ONG norueguesa SINTEF e publicada pelo site Axios. A informação sobre HIV era enviada pelo Grindr junto com dados de GPS, telefone e e-mail do usuário, para duas companhias contratadas para monitorar como o programa é usado e desenvolver formas de aprimorá-lo.

O SINTEF explicou que, desta forma, seria possível identificar os usuários. “O status de HIV estava ligado a todo resto, esse é o principal problema”, disse a organização ao site BuzzFeed.

O Grindr confirmou que, de fato, compartilhava estes dados com as empresas Apptimize e Localytics e, em um comunicado enviado à BBC Brasil, defendeu que essa é uma prática comum na indústria de aplicativos para lançar novas funcionalidades e resolver problemas.

“Qualquer informação que fornecemos a nossos parceiros de software, inclusive o status de HIV, é criptografada, e em nenhum momento compartilhamos dados sensíveis como o status de HIV com anunciantes”, disse a empresa.

Antoine Pultier, cientista da SINTEF que detectou o envio desses dados, explicou à BBC Brasil que conseguiu “quebrar a criptografia” usada para garantir a segurança das informações. “Criamos dois usuários falsos e, com a ajuda de um computador, um programa e dois celulares, interceptamos a transmissão das informações.”

O Grindr não esclareceu se dados de usuários brasileiros também eram compartilhados com terceiros. Diante da polêmica, a empresa anunciou ter parado de enviar essas informações para outras empresas.

“Esse é mais um incidente de uma série que faz aumentar ainda mais a preocupação com a forma como dados pessoais são coletados, armazenados e usados por várias plataformas”, diz Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio).

“Neste caso, a diferença é que ser portador do vírus HIV é uma das informações mais sensíveis que se pode ter, e isso requer um tratamento especial.”

 

Testes

O Grindr foi criado em 2009 e é o aplicativo de encontros para o público gay mais popular atualmente, com 3,6 milhões de usuários em todo o mundo.

Entre os dados que eles podem escolher colocar em seu perfil, que é público para qualquer pessoa que tenha o programa, estão o status de HIV, dizendo se são soropositivos ou não, se estão se medicando para conter a contaminação ou fazendo um tratamento de prevenção conhecido como PrEP. O usuário também pode informar a última data em que foi testado.

Neste caso, a empresa compartilhou dados para testar uma nova função que alerta o usuário para fazer o exame de HIV a cada três a seis meses.

“Quando o teste foi completado, qualquer informação relacionada ao status de HIV foi removido da Apptimized e estamos discutindo sua remoção da Localytics”, disse a companhia.

Uma análise da SINTEF mostrou que o Grindr compartilhou a posição exata de GPS do usuário, sua tribo (com qual grupo do universo gay o dono do perfil mais se identifica), orientação sexual, status de relacionamento, etnia e telefone.

A companhia diz que os serviços fornecidos pelas duas empresas são usados por milhares de empresas e que essas práticas são um padrão do mercado de aplicativos. Também destaca que o compartilhamento de dados ocorre sob confidencialidade contratual e que as empresas são obrigadas a garantir a segurança das informações e a privacidade dos usuários.

“Nenhuma informação é vendida a terceiros”, disse Scott Chen, diretor de tecnologia do Grindr, ao BuzzFeed.

 

‘Claúsula genérica’

Mas críticos da empresa dizem que o caso levanta questões sobre sua política de privacidade. Esses termos dizem que, ao tornar seu perfil público, o usuário torna públicas também as informações de saúde, como o status de HIV, incluídas ali.

O Grindr disse que “encoraja fortemente seus usuários a examinar com rigor como e onde seus dados são compartilhados”.

O Conselho do Consumidor da Noruega abriu um processo por violação de privacidade contra a empresa por conta do compartilhamento dessas informações, alegando que a lei europeia exigiria uma permissão em separado para que os dados fossem enviados para terceiros. O conselho diz que mencionar isso apenas nos termos de uso não é suficiente.

Carlos Affonso Souza, do Instituto de Tecnologia e Sociedade ITS-Rio, também defende que a empresa deveria ter sido mais específica sobre o uso de dados sensíveis, como o status de HIV.

Ele explica que cem países do mundo já têm alguma legislação de proteção de dados pessoais – o Brasil não está entre eles – e que, na maioria dos caso, dados ligados a posições políticas, ideológicas e de intimidade recebem maior proteção.

“Normalmente, exige-se um consentimento explícito para que eles sejam coletados e sobre a finalidade disso. Não basta uma cláusula genérica”, afirma o especialista.

Souza também argumenta que o fato de o usuário informar seu status voluntariamente e de forma pública em seu perfil “em determinado contexto e uma comunidade fechada” não significa que ele gostaria de ter essa informação compartilhada com terceiros.

“Imagine se essas informações vazam, e recrutadores passam a consultá-las antes de contratar alguém? Pode levar a uma grande discriminação”, diz Souza.

 

Patrimônio pessoal

Nas últimas semanas, o Facebook tem enfrentado uma crise pela forma como uma consultoria política Cambridge Analytica coletou e usou os dados de 50 milhões de seus usuários. A empresa está sendo investigada pelo possível impacto desses serviços sobre as eleições americanas e a votação que determinou a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit.

Mas o Grindr diz haver “uma grande diferença entre compartilhar dados com uma empresa de software e ter os dados coletados por terceiros como a Cambridge Analytica”. “Não é isso que está ocorrendo aqui”, afirmou.

Souza, do ITS-Rio, afirma que, ainda que haja diferença entre os casos, incidentes assim “deixam claro que devemos ter mais atenção com o que compartilhamos”.

Ele defende que os brasileiros devem ter ainda mais cuidado, pelo fato de estarem entre os principais usuários desses serviços e, ao mesmo tempo, não haver no país uma legislação específica para essa questão.

“O perigo no Brasil é enorme, porque não temos uma lei nem uma cultura de proteção de dados, mas há um número expressivo de brasileiros nestas plataformas”, diz.

“Seus dados são parte de seu patrimônio. Assim com você não emprestaria seu patrimônio para quem você não conhece, também não deve ceder seus dados para terceiros com base em regras vagas ou misteriosas.”

fonte: g1.globo

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Festival gay reunirá Pabllo Vittar, Wanessa, Gretchen, Preta Gil e… Balão Mágico!

A segunda edição brasileira do Milkshake Festival, evento voltado para o público LGBT, reunirá algumas das queridinhas dos gays: Pabllo Vittar, Wanessa Camargo, Gretchen e Preta Gil. Além disso, o festival marcará o retorno do Balão Mágico, grupo infantil que fez muito sucesso nos anos 1980. Ele estará em sua formação original: Simony, Mike e Tob. A sequência de shows está marcada para 2 de junho, vésperada da parada LGBT de São Paulo (a maior do mundo), na Arena Anhembi, na capital paulista. O festival tem capacidade para 30 mil pessoas.

“O Milkshake foi criado para ser uma celebração de todas as sexualidades e gêneros, um lugar onde todos podem ser livres para se expressar em um ambiente seguro sem carregar uma carga sobre seus ombros. Apenas deixando rolar e sendo livres de lutas diárias”, afirma Marieke Samallo, criadora e diretora artística do evento.

Serão 16 horas de festival, com mais de 30 atrações, incluindo DJs nacionais e internacionais. A lista completa ainda será anunciada, mas nomes La Plata, Valentijn de Hingh, Midas Hutch, Felipe Venancio, Zu Browka, Willie Wartaal, ABSOLUTE, Johnny Luxo, Larry Tee, Ramon Lacroix, Marina Dias, Jillionaire (do Major Lazer), Mitchell Kelly, FS Green, Covergirl Sunny e Jean Paul Paula estão confirmados. O Live Stage, maior palco do evento, terá capacidade para receber até 15 mil pessoas.

Serão cinco áreas no Milkshake Festival, ocupando 20 mil metros quadrados. Além do Live Stage, haverá o Supertoys Stage (música eletrônica), We Love Your Soul Stage (R&B, hip-hop e dance music), o Secret Stage (balada secreta) e o DragCon (drag music), no qual haverá um concurso com júri formado por Nany People, Salete Campari, Aretuza Lovi e Marcia Pantera.

fonte: portalpopline

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Deputado quer barrar casais homossexuais e pessoas solteiras de adotarem crianças

Projeto de Lei do deputado federal Victório Galli (PSL), apresentado na Câmara dos Deputados, requer que somente casais (homem e mulher) com união estável podem adotar crianças. O PL proíbe casais homossexuais e pessoas solteiras de entrarem na fila da adoção.

Conforme consta do Projeto de Lei 9906/2018, Galli solicita a alteração do artigo 42 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para que passa ser inserido a seguinte redação: “Podem adotar os casados ou com união estável entre homem e mulher”.

Para justificar o projeto, o deputado alega que criança mantida por casal do mesmo sexo pode sofrer uma “insegurança emocional e psicológica”.

“É mister que fique claro a insegurança emocional e psicológica da criança mantida por casal de mesmo sexo. É preciso lutarmos de todas as formas legais para manter as crianças próximas ao casal tradicional homem e mulher”, diz trecho extraído do projeto de Galli.

Além disso, no texto, o parlamentar cita: “Deus fez o homem e a mulher e através deles sua descendência. Não há descendência entre homem e homem ou mulher e mulher!”. A criança adotada deve receber proteção da família homem e mulher que irá determinar sua pessoalidade bem como sua visão de mundo”.

Fonte: vgnoticias

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Pernambuco ganha primeira edição de concurso Miss Gay

Dez transformistas pernambucanas se preparam para competir na primeira edição do Miss Pernambuco Gay, marcado para 28 de abril, no Teatro da Boa Vista (Rua Dom Bosco, Boa Vista). As concorrentes representam cidades da Região Metropolitana do Recife, do interior do estado e até mesmo de Fernando de Noronha. Na disputa pela coroa, elas serão avaliadas em duas fases: uma com trajes típicos das cidades que estão representando e outra com os tradicionais vestidos de gala. A apresentação da cerimônia ficará por conta de Joelma Fox e Ângelis Nardelli.

Após a decisão de júri (que terá membros divulgados em breve), a vencedora ganhará mil reais, além de representar o estado no Miss Brasil Gay Oficial – realizado há 39 anos em Juiz de Fora (MG) – com todas as despesas pagas. “Acompanho o Miss Brasil Gay há 10 anos e Pernambuco nunca teve representante. O estado não tinha patente do concurso, então conversei com o André Pavam para trazer o evento para cá”, explica o alagoano Angelo Santoro, organizador da versão pernambucana do concurso.

 

De acordo com o idealizador, a intenção do projeto é estimular e valorizar o nicho transformista local, dando oportunidade para as artistas pernambucanas, assim como seus estilistas e maquiadores. “Pernambuco tem uma diversidade incrível de artistas e muitas delas nunca tiveram oportunidade de se apresentar fora. Elas precisam de credibilidade para que as casas de shows LGBT fechem contratos para apresentações”, diz.

Presentes em eventos da comunidade LGBT, Rivanni Hannah, Christiane Falcão, Márcia Vogue, Andréia Valois, Marilyn Taylor, Betânia Borges, Sharlene Esse, Thyna Flyer, Odilex, Ruby Nox e Kelly Venenosa são alguns dos artistas convidados para as apresentações da noite.

 

Confira a relação de concorrentes:

Sayuri Heiwa (Recife)

Byendra Fly (Jaboatão dos Guararapes)

Valentina Guimarães D Menezes (Olinda)

Antônia Gutierrez (Caruaru)

Sol Dayamontway (Santa Cruz do Capibaribe)

Thalita De Menezes (Itapissuma)

Crystal Besinger (Garanhuns)

Brunner Ferraz (Paulista)

Alice D. Menezes (Fernando de Noronha)

Zafira Nibool (Ilha de Itamaracá)

SERVIÇO
Miss Pernambuco Gay

Onde:  Teatro da Boa Vista (Rua Dom Bosco, Boa Vista)
Quando: 28 de abril, às 19h
Quanto: R$ 20
Informações: 98703-5872

fonte: athosgls

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Festival Transborda traz diversidade ao Recife

Buscando acolher e empoderar projetos culturais que discutem a diversidade de gênero, sexualidades, protagonismo feminino e transcidadania, o Festival Transborda de Cultura sem Gênero aporta no Recife até o próximo dia 21. Em sua segunda edição, chamada de Trópico-Recifense, o evento acontecerá no Teatro do Arraial Ariano Suassuna, no bairro da Boa Vista; na Torre Malakoff, no Bairro do Recife; e em outros espaços culturais do Grande Recife. Os ingressos para as apresentações custam R$ 15, com direito à meia entrada social. Já as oficinas e exposições terão entrada gratuita.

O evento este ano contará com algumas novidades. Entre elas, uma programação multilinguagem, que inclui mostra teatral e de dança, shows musicais, performances, mesas de diálogo, oficinas, exposição de artes integradas e festas. Para participar do festival, foram convidados 22 artistas e vários grupos brasileiro como o Grupo Itinerante, Grupo Cênico Calabouço, DIG d’Improvizzo Gang, Coletivo Rua das Vadias, Trupe Ensaia Aqui e Acolá, S.E.M. Cia de Teatro, Grupo Corpore de Dança e Aninha Martins. Consagrado padrinho do festival, o grupo Não Recomendados também participa do evento, prometendo encerrar a programação com um show na edição especial da festa Odara Ôdesce.

A curadoria este ano fica a cargo de Marcionilo Pedrosa, um dos integrantes do Grupo Itinerante, do idealizador do festival Rhommel Bezerra e das atrizes Sophia William e Aurora Jamelo. Segundo Marcionilo, o festival é bastante importante para agregar novos artistas à cultura brasileira. Para ele, o Transborda é um ato político e de resistência artística e sua principal preocupação é dar voz a artistas que ainda não possuem espaço.

O evento

O Festival Transborda de Cultura sem Gênero é idealizado pelo Diretor do Grupo Itinerante de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro, Rhommel Bezerra. Envolvido desde 2010 em projetos que abordam a diversidade e inclusão social, ele promoveu a primeira edição do Transborda no ano de 2016, em São Paulo, e concorreu ao prêmio de melhor festival LGBTQ+ do Guia Gay da cidade paulista.

Um dos objetivos do projeto é a popularização da cultura e a diversificação do público consumidor de arte. Por isso, as oficinas e exposições têm entrada franca e os ingressos das apresentações serão vendidos no local do evento a partir de R$ 15. O Festival também disponibilizará meia entrada social, com doação de 1 kg de alimento não perecível. As doações arrecadadas serão destinadas ao GTP+ (Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo), que desde 2002 realiza ações voltadas à população de profissionais do sexo, buscando fortalecer a cidadania, empoderamento e postura de protagonismo social. Transexuais têm acesso livre a toda programação, mediante a capacidade de lotação dos espaços.

A II edição do Festival Transborda de Cultura sem Gênero é um projeto do Grupo Itinerante de Teatro, da Fora da Chuva Produções Culturais e da Proa Marketing Cultural e Projetos, com apoio do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secult-PE|Fundarpe, e do Portomídia.

Confira a programação completa do Transborda:

II edição – Festival Transborda de Cultura sem Gênero

02/04 – Abertura do Festival

19h00

- Mesa: “Visibilidade e Representatividade Trans na Cena e Transcidadania”

com: Anne Celestino (PE)

         Aurora Jamelo (PE)

         Dante Olivier (PE)

         Tanit Rodrigues (PE)

         Carlota Pereira (PE)

-Exibição do episódio piloto da série “Mulher Original” (Carlota Pereira | PE)

LOCAL: Galeria de Artes Digitais -  Portomídia | ENTRADA FRANCA

03/04 - 18h

- Cárcere (Grupo Corpore de Dança | PE)

LOCAL: Teatro do Arraial Ariano Suassuna | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

20h

- Bergamota (Grupo Itinerante de Teatro | RJ)

LOCAL: Teatro do Arraial Ariano Suassuna | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

04/04 – 20h

- Bergamota (Grupo Itinerante de Teatro | RJ)

LOCAL: Teatro do Arraial Ariano Suassuna | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

07 e 14/04 – 20h

- Menina Bruno (Grupo Itinerante de Teatro | RJ)

LOCAL: Teatro Valdemar de Oliveira | INTEIRA R$ 40 / MEIA R$ 20

06 a 21/04

- Exposição de artes integradas: SERQUERERDIZER

Com: Brenda Bazante – Galhos (PE)

           Júnior Foster – Techno Abismo (PE)

           Aurora Jamelo – Qual a cor da tua alma? (PE)

           Alexandre Sócrates – Gênero e Cultura Queer (PE)

           Guilhermina Velicastelo – Transexualidade, Transfobia e Disforia de Gênero (PE)

LOCAL: Torre Malakoff | ENTRADA FRANCA

09/04 – 14h

- Oficina de dramaturgia: Diálogos sobre sexualidade. Com: Rhommel Bezerra

LOCAL: Design Center -  Portomídia | ENTRADA FRANCA

11/04 – 19h

- St Genet e As Flores Da Argélia (Grupo Cênico Calabouço | PE)

LOCAL: Teatro do Arraial Ariano Suassuna | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

12/04 – 19H

FESTA: Galeria Joana D’arc Transborda

Com: Allana Marques e Lala (Odara)

          Tanit Rodrigues

Performances: Água Dura (Marcela Aragão e Rebeca Gondim | PE)

                         Machuca (Trupe Ensaia Aqui e Acolá | PE)

                        Como é que foi? (Edson Vogue | PE)

LOCAL: Galeria Joana D’arc | ENTRADA FRANCA

19H

- Katastrophè (DIG d’Improvizzo Gang | PE)

LOCAL: Teatro do Arraial Ariano Suassuna | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

13/04 – 19h

- Ela x Ele Na Cidade Sem Fim (Grupo Itinerante de Teatro | RJ)

- Performance: Aninha Martins (PE)

LOCAL: Sexto Andar | INTEIRA R$ 40 / MEIA R$ 20

16/04 – 13h

- Oficina de Vogue

Com: Edson Vogue

LOCAL: Casa da Cultura | ENTRADA FRANCA

14h

- Mesa: “Moda e Gênero”

com: André Aguiar (PE)

         Aurora Jamelo (PE)

         Djalma Rabelo (PE)

LOCAL: Design Center -  Portomídia | ENTRADA FRANCA

17/04 – 13h

- Oficina de Stiletto

Com: Sophia William

LOCAL: Casa da Cultura | ENTRADA FRANCA

18/04 - 14h

- Performance de abertura: Terezinha (Rebeca Gondim |PE)

- Mesa: “O Feminino em Cena” (protagonismo feminino)

com: Lili Rocha

         Pollyanna Monteiro

         Rebeca Gondim

LOCAL: Design Center -  Portomídia | ENTRADA FRANCA

19/04 - 14h

- Mesa: “Gênero e sua diversidade, Sexualidade e Educação”

com: Brenda Bazante

          George de Melo

          Dayvi Santos

LOCAL: EREM Escola Sizenando Silveira | ENTRADA FRANCA

20/04 - 19h

- Trans(passar) (Sophia William | PE)

- Comum de Dois (Grupo Itinerante de Teatro | RJ)

LOCAL: Sexto Andar | ENTRADA FRANCA

19h

- A Mulher Monstro (S.E.M. Cia de Teatro | RN)

LOCAL: O Poste | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

21/04 - 17h

- Odara Ôdesce no Transborda com Não Recomendados (SP)

- Performance: Jorge Kildere (PE)

LOCAL: Torre Malakof | ENTRADA FRANCA

19h

- A Mulher Monstro (S.E.M. Cia de Teatro | RN)

LOCAL: O Poste | INTEIRA R$ 30 / MEIA R$ 15

fonte: folhape
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