“É IMPORTANTE SE POSICIONAR!”, DIZ NADIA BOCHI, APÓS ASSUMIR HOMOSSEXUALIDADE

Na última quarta-feira (06/06), Nadia Bochi usou sua página no Linkedin para publicar um relato franco sobre sua sexualidade, assédio no ambiente de trabalho e machismo.

No texto, a repórter dos quadros Tem VisitaNa Estrada, exibidos pelo Mais Você, de Ana Maria Braga, fala da época em que se descobriu lésbica, denuncia o assédio de um ex-chefe na TV, e diz que está bem resolvida com sua orientação sexual.

O texto gerou tamanho burburinho na web e rendeu tantos comentários, que até a própria Nádia se mostrou surpresa com a proporção de sua atitude.

Em sua página no Instagram, na noite desta quinta-feira (07/06), a jornalista voltou a falar sobre o assunto, agradeceu o carinho do público, e disse que é importante se posicionar:

“Meu #tbt tem tudo a ver com hoje: o dia em que eu saí do armário que eu nem sabia que estava. Agradeço o carinho de todo mundo que leu e se envolveu com meu texto no linkedin. O que era pra ser uma contribuição pra campanha #ProudAtWork ganhou outras proporções. Prova de que sempre é importante se posicionar!”, disse a jornalista.

“Eu achava que ser lésbica e viver de forma natural minha afetividade bastava, mas descobri que tornar isso público faz toda a diferença. Que texto ajude a trazer mais visibilidade e respeito a todos nós!”, continuou, completando com as hashtags #glbt, #glbtq, #lesbianpride, #respeito, #paremdenosmatar e #nenhumdireitoamenos.

Fonte: Cena Pop UOL

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Anitta puxa trio elétrico da SKOL na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Uma das artistas atuais de maior apelo no público LGBT, a cantora Anitta será uma das atrações da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontece neste domingo (03), na Avenida Paulista, a cantora vai comandar o trio patrocinado pela SKOL, que apoia o maior ato de luta pelos direitos da população LGBT da América Latina, pelo terceiro ano. 

A intérprete de Vai Malandra será a embaixadora da marca no evento e contou sobre a expectativa de puxar a multidão. “Estou muito empolgada para esse show. A galera da Parada LGBT tem uma vibração incrível e espero retribuir esse carinho dando ainda mais voz a essa luta pelo direito de amar quem você quiser”, afirmou ela que no ano passado já havia feito uma breve apresentação na manifestação.

O gerente de marketing da SKOL, Daniel Feitoza explicou que a escolha de Anitta para representar a companhia seria por sua força com o público. “SKOL é uma marca democrática e que acredita na diversidade. Há anos damos destaque para a pluralidade nas nossas comunicações, sempre nos baseando no respeito e no tratamento igual a todos e todas. Acreditamos muito que Anitta representa esses valores”, disse.

Este ano, além de trazer sua nova embaixadora para o evento, SKOL está convocando outras marcas a se unirem em prol da causa LGBTQ+, com a ação Marcas Aliadas. A cerveja convidou outras marcas, que também acreditam na construção de uma sociedade que valoriza o respeito, a igualmente doar parte de seus nomes para a causa. Juntas elas formarão a sigla LGBTQ+. SKOL doando o “L”, Burger King com o “G”, Bis com o “B”, Trident com o “T” e quem disse, berenice?, com o “Q”. A doação não é apenas simbólica: todas as marcas aliadas farão doações reais a quatro instituições que fazem a diferença e ajudam de fato na luta pelos direitos LGBTQ+, como Casinha, Todxs e os coletivos Não Desculpo e Transformação.

Outras #MarcasAliadas que também quiserem doar para essas instituições e se tornarem parceiras desse movimento podem procurar SKOL pelo site www.marcasaliadas.com.br ou nas páginas da cerveja no Twitter ou Facebook até o dia 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT. Não há um limite para marcas que queiram se aliar: quanto mais empresas se juntarem, melhor. Ao fim da campanha, todo o valor arrecadado pelos aliados será dividido entre as quatro instituições parceiras.

Fonte: ObservatórioG

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Cena de sexo gay com Marjorie Estiano é cortada de filme!

A cena de sexo de Marjorie Estiano e Hermila Guedes no filme “Paraíso Perdido” foi cortada. A decisão foi tomada pela diretora do longa, Monique Gardenberg.

De acordo com o jornal “Extra”, a sequência chegou a ser gravada, mas não foi exibida, na sessão de pré-estreia, que rolou na última terça-feira, 22.

A única cena mais quente do casal gay que fará parte da versão oficial do filme é um beijo entre elas.

Ainda segundo a publicação, o corte foi feito para tornar o filme acessível para o grande público de forma mais abrangente.

“Paraíso Perdido” estreia no dia 30 de maio. No filme, a trama de Hermila começa na prisão, onde ela conhece e passa a se relacionar com a personagem de Marjorie Estiano.

Fonte: Catraca Livre

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Gay vítima de abuso no Chile conta que Papa disse ‘Deus te fez assim e te ama assim’

Juan Carlos Cruz foi uma das vítimas dos abusos cometidos pelo padre Fernando Karadima acobertados pelo bispo Juan Barros, segundo jornal.

chileno Juan Carlos Cruz vítima de abuso praticado por um padre pedófilo contou que o Papa Francisco disse que não se importa por ele ser homossexual. “Deus te fez assim, te ama assim, a mim não importa”, disse o Papa, segundo o jornal El País.

Cruz disse também que falou sobre sua vida e sobre os abusos sofridos durante seu encontro com o Papa. O pontífice, segundo ele, pediu perdão “em nome do Papa e da Igreja e por ter causado tanta dor nos últimos meses.”

Na semana passada, 34 bispos chilenos colocaram seus cargos à disposição do Papa Francisco após os escândalos de abusos sexuais. Bispos, entre eles Juan Barros, são acusados de acobertarem os crimes de pedofilia cometidos pelo padre Karadima em uma paróquia de Santiago.

Karadima foi condenado a uma vida de oração e penitência pela Justiça do Vaticano em 2010. A Justiça chilena também realizou um julgamento contra Karadima e o considerou culpado, mas ele não foi condenado porque os crimes já estavam prescritos.

Recentemente o Papa Francisco reconheceu “graves erros de avaliação” sobre o caso. Ele chegou a defender Juan Barros, mas depois voltou atrás dizendo que havia cometido “graves erros” na condução da crise de abusos sexuais porque havia sido “mal informado”.

O pontíficie afirmou também que seria duro com bispos chilenos para esclarecer acobertamentos.

Fonte: globo.com

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Ser gay deixou de ser ‘doença’ há 28 anos; beijaço lembra a data!

O protesto carinhoso é promovido pelo aplicativo de namoro gay Hornet.

Há exatos 28 anos, o sufixo “ismo” deixou de perseguir os gays. Naquele 17 de maio de 1990, a Organização Mundial de Saúde baniu o então homossexualismo da lista oficial de distúrbios mentais, que inclui a pedofilia, por exemplo.

A data virou um marco. Neste 17 de maio, gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e transexuais se reúnem em pontos icônicos de várias capitais pelo mundo para combater o preconceito.

O dia de luta contra a homofobia e a transfobia será materializado em beijos. No Brasil, o epicentro do protesto será no vão livre do Masp, na avenida Paulista. O “beijaço” está programado para começar a partir das 18h. Nas redes sociais, o evento já atraiu ao menos 700 presenças confirmadas.

O protesto carinhoso é promovido pelo aplicativo de namoro gay Hornet. A plataforma possui 850 mil usuários ativos no Brasil.

Segundo André Fischer, criador do festival de cinema com temática LGBT Mix Brasil e representante do aplicativo no Brasil, o beijo em público é uma reação contra os países que ainda criminalizam os LGBTs.

“É um protesto que busca visibilidade. Os casais se beijam, postam fotos e viralizam pela internet um desejo de liberdade, plenos direitos e amor”, afirma Fischer. A hashtag mundial “#decriminalizeLGBT” tem sido usada para espalhar os beijaços desta quinta pelas redes sociais.

Na França, o beijo coletivo ocorreu em frente à Torre Eiffel. Também houve protestos semelhantes em várias partes dos Estados Unidos, da Europa e em Taiwan, só para citar alguns.

Para Fischer, a pauta de reivindicações deste ano é extensa. “A Rússia persegue, mata LGBTs e ainda vai sediar a Copa do Mundo de Futebol nessas condições. Em Taiwan, a lei que permitiu a união gay foi caçada. Nos Estados Islâmicos, os LGBTs não existem”, afirma.

Segundo Júlio Moreira, presidente do Conselho Estadual da População LGBT do Rio, quando a OMS derrubou o argumento da patologização contra os homossexuais, ao mesmo tempo, abriu caminho para a cidadania. “Depois disso, a comunidade ganhou força para colocar a cara na rua e lutar por direitos iguais”, diz.

Mas a conquista, afirma Moreira, corre risco. “No Brasil, ainda se discute a cura gay. Sempre aparece um juiz promovendo decisões forçando os psicólogos a fazer a dita reversão sexual”, completa.

Moreira também lembra que o Brasil é o país mais perigoso no mundo para um LGBT. Segundo o Grupo Gay da Bahia, que monitora assassinatos de homossexuais e transgêneros no país há 38 anos, 2017 terminou com 445 mortes violentas de LGBTs, uma alta de 30% em relação ao ano anterior.

“Agora precisamos tirar a transexualidade da lista negra de doenças mentais da OMS”, diz Moreira.

Imagem: Reuters / Florion Goga.
Com informações da Folhapress.

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Sucesso de público, espetáculo sobre violência e preconceito tem sessões em Porto Alegre

Com a chancela do prêmio de melhor espetáculo, recém-concedido pela Associação dos Produtores de Teatro do Rio (APTR), a montagem Tom na Fazenda chega a Porto Alegre para sessões neste sábado (12) e domingo (13), às 21h, no Teatro Renascença. O espetáculo, que integra o Palco Giratório Sesc, tem ingressos entre R$ 10,00 e R$ 20,00.

Em cartaz desde março do ano passado no Rio de Janeiro e percorrendo festivais pelo Brasil, Tom na Fazenda é sucesso de público e de crítica. Na história, após a morte do seu companheiro, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral. Ao chegar, ele descobre que a sogra nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay.

Nesse ambiente rural austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

A direção é de Rodrigo Portella (o mesmo de Insetos) e apresenta no elenco, além de Babaioff, Kelzy Ecard, Camila Nhary e Gustavo Vaz. É a primeira montagem brasileira da peça do canadense Michel Marc Bourchard, já levada para o cinema no filme homônimo, de 2013, com direção e atuação do celebrado Xavier Dolan. “Ano passado ficamos um ano em cartaz. É um sucesso de público surpreendente, porque trata de uma relação gay, com um personagem central em relação homoafetiva com outro”, relata Portella.

Conforme o diretor, a ideia toda partiu de Babaioff após assistir ao filme. O ator se apaixonou pelo filme e acabou conhecendo o diretor em Montreal. A partir de então, Babaioff costurou a autorização para a montagem brasileira de Tom na Fazenda e também traduziu o texto. Existem diferenças, conforme Portella, entre o filme e a peça. No texto original há muitas camadas de interlocução do personagem principal consigo mesmo, fator ausente da versão cinematográfica. “Ele fala com o namorado, pensa em voz alta. Mantivemos isso na peça, e acho que é um dos nossos grandes trunfos”, avisa o diretor. Não existe humor no filme.

O desenrolar é pesado, frio, por vezes muito violento e desesperançoso. De novo, há diferenças. “Uma coisa é uma fazenda no interior do Canadá, outra bem diferente é no Brasil. A peça tem um pouco de humor, sim, mas as questões ligadas ao preconceito são muitos piores aqui no nosso País”, conta Portella. No palco, o diretor destaca ainda um nível de tensão grande, carregado com um certo erotismo que exala dos personagens. Neste ponto, o filme de Dolan é mais discreto. “Não temos cenário. Apenas um chão frio, com lama, com dois homens se sujando naquilo como se sujassem em uma mentira inventada. Deste modo, existe sexo, existe violência”, relata.

A plateia, ao contrário do que era de se esperar, é bem variada, segundo o diretor. Homens heteros e gays, mulheres heterossexuais, todos estão ali. “Para além da questão homoafetiva, o texto tem essa pegada de abordar contradições, de escancarar a hipocrisia da sociedade. É uma peça para todos os públicos”, conta Portella.

Tom na Fazenda foi encenada pela primeira vez em 2011, em Montreal, no Canadá. A peça conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia. É isto que Tom na Fazenda, em sua essência, pretende discutir.

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

 

 

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Quem é Netta, o novo ícone gay que dá “todo o seu amor a Salvador”

A noite já ia longa mas Netta, a israelita que acabara de se sagrar vencedora da Eurovisão, estava mesmo cheia de saudades de comer humus. Pelo menos foi o que confessou na animadíssima conferência de imprensa que durou até de madrugada.

Netta começou a corrida para a Eurovisão há sete meses mas não podia abandonar Portugal sem premiar os seus fãs com algumas palavras. Numa sala recheada de israelitas acabou por ter que responder a muitas perguntas em hebreu ao mesmo tempo que os fas festejavam com cânticos tipicos do pais.

No momento-chave da noite, Netta nem percebeu que tinha ganho. “Eu não trazia os óculos e só via quatro homens a falar e protestar com alguns pontos que nos davam. Por isso tudo se passou em grande confusão. Todos deram um espetáculo maravilhoso esta noite, inclusive a Eleni Foureira mas…alguem tinha que ganhar e fui eu…”, dizia feliz.
CASAMENTO TEM DE ESPERAR…

A vitória, segundo o avô, foi graças ao anel que este lhe deu. “A minha avó morreu quando eu tinha 12 anos. Foi algo muito traumático. O meu avô deu-me, então, este anel que levei para o palco para me dar poder e confianca… E foi o que aconteceu! Seria para o meu casamento mas da forma como vai a minha carreira acho que este vai ter que esperar…” dizia bem disposta.

Netta justifica a vitória na Eurovisão porque a música representa a “voz de 2018″. E continua: “O público escolheu alguém diferente, uma mulher e uma historia pela qual tantos de nós ja passámos… De qualquer maneira eu só tenho que ser eu para passar a minha mensagem”.

A verdade é que ‘Toy’ já passa em todas as rádios “jovens” espalhadas pelo mundo e prepara-se para ser uma das músicas dete verão. A “diferença” – assunto muito abordado pela imprensa internacional na conferência de imprensa – acabou por já se tornar, incluisivamente, “bandeira” da comunidade gay que surge em força no clube de fãs de Netta.
“DOU-LHE TODO O MEU AMOR”: A RESPOSTA A SALVADOR

No final da conferência ainda houve tempo para umas palavrinhas a Salvador Sobral que, desde o início, não foi simpático para com a artista israelita.

Com um sorriso Netta explicou que recebeu o prémio – que, por acaso, se partiu pouco depois – das mãos de Salvador de forma digna. “Sinto que ele me respeitou. Ouvi o que ele disse sobre mim. Escrevi no twitter. Respondi. Mas ele deu-me o microfone com respeito e a ele dou-lhe todo o meu amor. Só isso. ”

Fonte: Portal Flash

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Beijo gay em trama ‘O Outro Lado do Paraíso’ bomba na web!

O capítulo da última terça-feira (8) em ‘O Outro Lado do Paraíso’, da TV Globo, deu o que falar nas redes sociais. Samuel (Eriberto Leão) e Cido (Rafael Zulu), que vivem um relacionamento homoafetivo, se beijaram pela primeira vez.

Os dois se declararam na trama escrita por Walcyr Carrasco, terminando com um final feliz para os fãs da narrativa.

O sucesso da cena repercutiu bastante nas redes sociais, principalmente no Twitter, chegando aos trending topics do Brasil e até mundial por alguns minutos.

Fonte: Isto É

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Polícia confirma assassinato de Matheusa em favela no Rio

O corpo da estudante não-binária teria sido queimado na Zona Norte da capital carioca.

A estudante de Artes Visuais Matheusa Passareli, de 21 anos, que se definia como não-binária, ou seja, nem homem nem mulher, foi assassinado e seu corpo aparentemente queimado em uma favela do Rio de Janeiro, confirmou a Polícia Civil nesta segunda-feira 7.

Batizada como Matheus Passareli, ela era uma figura conhecida do círculo cultural carioca, fazia pesquisas artísticas sobre o corpo na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e adotava uma estética andrógena.

A vítima, que preferia ser chamada de Matheusa, ou Theusa, desapareceu na madrugada de 29 de abril após sair de uma festa no Encantado, na Zona Norte da cidade, depois de dizer aos amigos que não estava passando bem.

Desde então, familiares e amigos se mobilizaram em sua busca e criaram o grupo no Facebook “Cadê Matheus Passareli – Theusa?”.

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) confirmou “a morte de Matheus Passareli”, informou nesta segunda 7 a Polícia Civil do Rio de Janeiro em uma breve nota.

“A vítima foi morta na madrugada de domingo (29/04) ao sair de uma festa no Morro do 18. As investigações prosseguem com diversas diligências objetivando a identificação da autoria do crime”, acrescentou a Polícia.

O irmão de Theusa, o também não-binário Gabriel Passareli, escreveu em uma mensagem no Facebook que a DDPA notificou a família de que o corpo “foi queimado e poucas são as possibilidades de encontrarmos alguma materialidade”.

“Sinto tanto que escolho ser leve mesmo diante de tanta crueldade à qual minha irmã e nós (…) fomos expostos”, escreveu Gabe Passareli, que disse que família voltou para sua cidade natal, Rio Bonito, no interior do estado, para passar o luto.

O homicídio de Theusa acontece menos de dois meses depois do assassinato da vereadora do PSOL-RJ Marielle Franco.

Seu colega de partido, o deputado federal Jean Wyllys, havia pedido ajuda publicamente para encontrar Matheusa.

O brutal crime contra a jovem causou comoção nas redes sociais e trouxe à tona a realidade pouco conhecida do coletivo não-binário, ou “genderqueer”, que tem sua bandeira levantada pela cantora Liniker, que postou imagens de luto por Matheusa.

O Brasil é um dos países com maior número de homicídios de homossexuais do mundo, onde apenas em 2016 foram assassinadas 343 pessoas em crimes relacionados à LGBTfobia, segundo cifras da ONG Grupo Gay da Bahia.

Fonte: Carta Capital

 

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Coordenação LGBTI e TRE-SP realizam Mutirão do Nome Social no Título de Eleitor

Travestis, mulheres e homens trans que já tenham o título de eleitor e desejam incluir o nome social no documento tem uma oportunidade
no próximo domingo: na data, será realizado o Mutirão do Nome Social no Título Eleitoral. Além de pessoas que já tenham seu título de eleitor,
o mutirão também atenderá a travestis, mulheres e homens trans que ainda não tenham título de eleitor – e queiram emitir o documento já
com o nome social incluído.

O objetivo da ação é facilitar o acesso das pessoas trans ao processo de inclusão do nome social no título eleitoral, oferecendo a segurança
de que necessitam para que sua identidade de gênero seja reconhecida e respeitada também no âmbito eleitoral, ressaltando os valores
da democracia e igualdade.

O Mutirão de Nome Social no Título de Eleitor é uma parceria entre o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e a Secretaria
Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), por meio da Coordenação de Políticas para LGBTI. Embora tenha surgido como
uma demanda apontada pelas beneficiárias e beneficiários do Programa Transcidadania, o mutirão atenderá a qualquer pessoa travesti
ou trans, desde que sejam apresentados os documentos solicitados, de acordo com cada caso.

Documentos necessários para quem tem o título eleitoral ativo e quer somente incluir o nome social

•           Documento de identidade com foto

•           Comprovante de residência

Documentos necessários para quem for criar pela primeira vez o título ou possui título eleitoral cancelado

•           Documento de identidade com foto

•           Comprovante de residência

•           Certificado de alistamento (pessoas travestis e mulheres transexuais de 18 a 45 anos)

Serviço:

Mutirão do Nome Social no Título de Eleitor

Dia 06/05 das 13h às 17h

Posto de Atendimento Anhangabaú

Rua Dr. Falcão Filho, nº 121 – Anhangabaú – São Paulo-SP

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