Centros de Cidadania LGBTI recebem cursos do Pronatec

Os Centros de Cidadania LGBTI da região central e da região sul recebem a partir do mês de maio cursos do Pronatec. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria

Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e a Fundação Paulistana e tem como foco a profissionalização e capacitação de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

 

As inscrições se iniciam em 24/04 e as pessoas interessadas devem preencher formulário através do site:https://goo.gl/GVDq5G . Os cursos têm limite de 25 vagas, com matrículas por ordem de inscrição. Os estudantes que participarem dos cursos receberão bolsa auxílio no valor de R$ 300,00. As aulas se iniciam em 07/05. Quem tiver alguma dúvida pode procurar um dos Centros de Cidadania participantes ou a Fundação Paulistana.

Veja abaixo mais informações sobre os cursos:

Assistente Administrativo – Matrículas em 26 e 27/04 (Região Central)

Vendedor – Matrículas em 24 e 25/04 (Região Sul)

Serviço:

Centro de Cidadania LGBTI Luiz Carlos Ruas (Região Central)

Rua Visconde de Ouro Preto, 118 – Consolação – São Paulo-SP
Telefone: (11) 3115-2616

Centro de Cidadania LGBT – Edson Neris (Região Sul)
Rua São Benedito, 408 – Santo Amaro – São Paulo-SP
Telefone: (11) 5523-0413 / 5523-2772

Fundação Paulistana

Telefone: (11) 3223-4349 / (11) 973704399

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Cantora gospel que se casou com pastora tentou “cura gay” antes de sair do armário

A cantora gospel Rosania Rocha assumiu sua homossexualidade nos últimos anos e terminou o casamento com um pastor para se casar com a pastora Lanna Holder. De acordo com o site O Fuxico Gospel, Rosania afirmou que tentou práticas de regressão e até os tratamentos para “cura gay” antes de aceitar a orientação sexual.

De acordo com a publicação, Rosania e Lanna lideram a igreja “Cidade Refúgio”, uma comunidade cristã voltada para o público homossexual, apesar de não se limitar a ele.

Em entrevista divulgada pelo site, a cantora disse ainda que, mesmo antes de sair do armário, já não gostava do do pastor Silas Malafaia, conhecido pelas declarações contra os homossexuais.

Tratamento

Em 2017, a Justiça Federal de Brasília permitiu, em caráter liminar, tratar a homossexualidade como uma doença. Na prática, a sentença dá aval para que psicólogos possam atender gays e lésbicas como doentes e possam fazer terapias de “reversão sexual” sem sofrer qualquer tipo de censura por parte do Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Na época, o Jornal Opção lançou campanha nas redes sociais, endossada por políticos, especialistas e personalidades para criticar a liminar. “Amor não é doença, amor é cura. Trate seu preconceito”, diz a campanha.

Em dezembro, uma segunda decisão deixou proibido fazer “propaganda ou divulgação de supostos tratamentos, com intuitos publicitários, respeitando sempre a dignidade daqueles assistidos”. O texto porém, permite que pessoas infelizes com a orientação sexual possam receber atendimento em consultórios, e que profissionais estudem sobre o tema.

 fonte: jornalopcao

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Veja 10 frases polêmicas de Bolsonaro que o deputado considerou ‘brincadeira’

Brincadeira, gafe ou crime? Condenado recentemente a pagar R$ 50 mil por danos morais à população negra e, agora, denunciado ao Supremo Tribunal (STF) pelo crime de racismo, o pré-candidato a presidente e deputado federal Jair Bolsonaro (PSL/RJ) trata a fala sobre os quilombolas que lhe rendeu os processos como “brincadeira”. Desta vez, ele disse em uma palestra que um negro não servia nem para procriar.

E não é a primeira frase polêmica que ele “explica” depois, como sendo apenas uma piada. O parlamentar também já foi denunciado ao STF por crime de incitação ao estupro. O motivo foi outra “brincadeira”, feita com a colega de Câmara dos Deputados, Maria do Rosário (PT/RS), que ele disse não merecer ser estuprada porque era feia. O parlamentar já foi condenado anteriormente a pagar R$ 50 mil por danos morais à população negra e R$ 150 mil por ofensas aos homossexuais.

Confira 10 frases polêmicas de Jair Bolsonaro que o parlamentar considera “brincadeiras”:

Negros

1 – “Eu fui num quilombola em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gastado com eles” (Em palestra no Clube Hebraica, abril de 2017).

Estupro

2 – “Fica aí, Maria do Rosário, fica. Há poucos dias, tu me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir. (Em discurso na Câmara, em 2003). Ao explicar a frase: “Ela não merece (ser estuprada) porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar porque não merece”.

‘Coro’ no filho gay

3 – “O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro ele muda o comportamento dele. Tá certo? Já ouvi de alguns aqui, olha, ainda bem que levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem” (Em programa da TV Câmara em novembro de 2010).

Fraquejada

4 – “Fui com os meus três filhos, o outro foi também, foram quatro. Eu tenho o quinto também, o quinto eu dei uma fraquejada. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio mulher. (Palestra no Clube Hebraica, abril de 2017).

Promiscuidade

5 – “Ô Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu” (À Preta Gil, quando questionado sobre o que faria se seu filho se apaixonasse por uma negra. Março de 2011).

Tortura

6 – “Eu sou favorável à tortura, tu sabe disso” (A um programa de TV, em 1999). E “O erro da ditadura foi torturar e não matar” (Em entrevista no rádio, em junho de 2016).

Bater em gays

7 – “Não vou combater nem discriminar, mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater” (Em entrevista sobre uma foto do ex-presidente FHC ter posado em foto com a bandeira gay e defendido a união civil, em maio de 2002).

Fuzilamento

8 –  “Deveriam ter sido fuzilados uns 30 mil corrutos, a começar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso” (Em programa de TV, em maio de 1999).

Prostituição

9 – “90% desses meninos adotados vão ser homossexuais e vão ser garotos de programa com toda certeza desse casal” (Em vídeo reproduzido no programa de Danilo Gentily, sobre adoção por casais gays).

Mulheres

10 – “Não é questão de gênero. Tem que botar quem dê conta do recado. Se botar as mulheres vou ter que indicar quantos afrodescendentes” (Em entrevista em Pouso Alegre, questionado se aumentaria o número de mulheres no ministério, em março de 2018).

fonte: www.em.com.br

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PM expulsa soldado que denunciou tortura após assumir ser gay em SP

Polícia Militar do Estado de São Paulo decidiu expulsar o soldado Adriell Rodrigues Alves da Costa, de 35 anos, da corporação. A decisão, publicada no Diário Oficial, acontece pouco mais de seis meses após o soldado acusar os oficiais do 39° Batalhão da Polícia Militar de ‘perseguição, tortura e homofobia’. Ao G1, Costa disse, na manhã deste domingo (15), que está com medo de ser morto.

O agora ex-militar tornou-se conhecido a partir de um vídeo gravado por ele e compartilhado em uma rede social. “Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do Estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias”, dizia.

Seis meses depois da publicação do vídeo, o comando da PM decidiu expulsá-lo por ter cometido “transgressão disciplinar de natureza grave”. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Costa agrediu uma equipe de saúde e outros policiais durante uma avaliação clínica marcada a ele pela corporação durante apuração dos fatos.

O ex-militar, que é formado em odontologia, ficou indignado com a decisão. “Fiquei dentro da minha casa esperando atendimento médico durante oito dias. Eu ia entrar em deserção. Me convenceram a ir dizendo que eu ia para São Paulo. Era mentira”. Ele, que acabou preso por 34 dias, diz ser vítima de um crime “forjado” pelo comando.

Adriell também alega que a corporação nunca aceitou os atestados que apresentava. “Eles me faziam trabalhar engessado e medicado, pois meus laudos não valiam”. O salário dele foi suspenso em novembro de 2017. “A cúpula da instituição nomeou um sargento [para defendê-lo] que é subordinado aos tiranos que me perseguiram e torturaram”.

“A PM destruiu a minha vida. Temo pela minha integridade física. Temo que me matem para calar todo o mal que me fizeram. Eles provaram que não têm escrúpulos algum. Se alguma coisa acontecer comigo, foi o Estado de São Paulo e a Polícia Militar que fizeram mal”, fala, ao complementar que está com medo.

 

 

O caso

 

Soldado há 9 anos, Costa iniciou a carreira na polícia lotado no 24º Batalhão, em Diadema, sendo transferido depois para Mauá, cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Em 2011, teve as mãos lesionadas após um atropelamento durante o trabalho, e desde então, passou a atuar em funções administrativas na corporação.

Em 2016, após decidir morar no litoral paulista, Costa passou a atuar no 39º Batalhão, em São Vicente. Segundo ele, desde o início, havia sido considerado “peso morto” por ter ido para a unidade com restrições médicas, retiradas posteriormente pelo médico do 6º Comando do Policiamento do Interior, responsável por todo litoral.

A situação física se agravou ao lado da psicológica, já que ele acusava o batalhão de persegui-lo em razão da orientação sexual. “Eu escutei de um cabo que eu tinha que ‘virar homem’. Ele me disse: ‘Você não é homem. Você não está agindo como um homem’. Decididamente, um inferno começou na minha vida quando vim para a Baixada [Santista]”, relatou, na época.

Ainda na ocasião da divulgação do vídeo, a Secretaria de Segurança afirmou que estava prestando todo o apoio necessário ao policial. O comunicado enviado ao G1 afirmava que as medidas para solucionar o caso ‘estavam sendo tomadas’ e que a Corregedoria da Polícia Militar estava acompanhando o caso.

fonte: G1

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Irmão de Grazi Massafera já posou nu para revista gay e é tímido

Você pode não está lembrado, mas após Grazi Massafera ficar com o segundo colocado lugar no BBB 5, o seu irmão Alecsandro, posou nu para a extinta revista G Magazine.

A atriz ainda não tinha virado uma estrela, cheia de contratos milionários, e o rapaz, na época com 25 anos, usou o cachê do ensaio para ajudar a família. Atualmente, o rapaz vive longe dos holofotes (a exceção é quando aparece ao lado da irmã), na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, onde trabalha como engenheiro.

A atriz ainda não tinha virado uma estrela, cheia de contratos milionários, e o rapaz, na época com 25 anos, usou o cachê do ensaio para ajudar a família. Atualmente, o rapaz vive longe dos holofotes (a exceção é quando aparece ao lado da irmã), na cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná, onde trabalha como engenheiro.

fonte: athosgls.

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Jogador gera polêmica ao fazer comentário em rede social: ‘Gays vão para o inferno’

Atleta apagou a publicação no Instagram horas depois.

Austrália – O jogador de rugby Israel Folau, de 29 anos, polemizou no Instagram ao fazer comentário sobre homossexuais. Horas depois, o atleta apagou a publicação na rede social.

“Qual é o plano de Deus para os gays?. Inferno. Ao menos que eles se arrependam de seus pecados e se voltem para Deus”, apontou Israel Folau.

Apesar de a mensagem ter sido apagada, ela chegou até à Federação de Rugby Australiano, que se pronunciou sobre o caso. “O comentário de Israel reflete suas crenças religiosas, no entanto, não representa a visão do Rugby da Austrália”, pontuou a chefe-executiva Raelene Castle. “Nós alinhamos a nossa opinião de que o rugby é um esporte para todos, independentemente de sexualidade, raça, religião ou gênero, o que é claramente articulado na inclusão do rugby”, completou.

Essa não foi a primeira vez que Israel se pronunciou sobre os homossexuais. Em setembro, o jogador se mostrou contra o casamento gay. “Eu amo e respeito todas as pessoas pelo o que são e suas opiniões. Mas eu, pessoalmente, não irei apoiar o casamento gay”, escreveu em seu Twitter.

fonte: athosgls

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Gilmar vincula incapacidade técnica a homossexuais, diz fundador da Parada Gay

Lideranças de ONGs, associações e movimentos de apoio à causa LGBT reagiram ao comentário do ministro do STF Gilmar Mendes feito em entrevista à Folha de S.Paulo. De Portugal, ele disse acreditar que um suposto processo de desinstitucionalização do país promovido pelo PT tem a ver com “más escolhas [de magistrados] para o Supremo”.

Sem citar nomes, o ministro afirma que foram privilegiadas nas indicações “pessoas ligadas ao movimento LGBT, ao MST, basistas e coisas desse tipo”, e o resultado dessa composição é um “direito penal totalitário”.

As fontes ouvidas pela reportagem, algumas em condição de anonimato, receberam as declarações de Mendes com misto de espanto e revolta. Uma delas avalia que ele faz um “outing” (saída do armário) indireto de colegas e deveria revelar os nomes em vez de fazer suposições.

“Esse é Gilmar sendo Gilmar, sempre contraditório em suas colocações”, afirma o cofundador da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Nelson Pereira. O comentário do ministro, para ele, não pode ser considerado preconceito velado porque “já é descarado e fora da conjuntura. Vincula uma incapacidade técnica aos homossexuais”.

De Washington (EUA), onde participa de reunião com a Organização Pan-Americana de Saúde, o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, relaciona a “avaliação equivocada” do magistrado ao propósito das “fake news” (notícias falsas) de mudar fatos e descontextualizá-los.

“É uma fala descabida. A comunidade já foi acusada de tudo, de destruir famílias e até de contaminar a raça ariana do [líder nazista, Adolf] Hitler. Agora, é de fazer lobby por privilégios”, lamenta Reis.

Segundo ele, nunca houve pressão do movimento gay nas indicações no STF porque “simplesmente não temos esse poder” e “as pessoas estão lá por méritos próprios”.

Ele lembra que o processo de escolha para ministros do Supremo parte do presidente, que indica o nome para a vaga e envia a proposta para validação do senado. “A batata quente, qualquer problema relacionado a essas escolhas, está lá, no congresso”, diz.

A presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Maria Berenice Dias, avalia que o ministro “derramou seu fél preconceituoso sobre o segmento, assumindo uma postura desmedida e homofóbica”.

“Os gays sempre são tratados pelo prisma negativo. Causa espanto a fala porque ele votou pelo reconhecimento da união homoafetiva e pelo direito da população trans mudar o registro e, agora, descontextualiza uma questão [a prisão de Lula] para tecer comentários preconceituosos”, afirma Dias, citando votações de 2011 e 2018, respectivamente.

De acordo com ela, é esse tipo de postura que faz “muitos magistrados homossexuais não assumirem sua sexualidade”, por medo de retaliação. “É uma época de obscurantismo, na qual as portas para gays, lésbicas e, principalmente, transexuais, estão fechadas.”

Procurado, o Grupo Grupo Gay da Bahia, um dos mais atuantes na defesa dos direitos LGBT e no projeto de criminalização da homofobia, não quis comentar as declarações do ministro. Um dos porta-vozes do grupo disse que consultaria outras lideranças para formular um comunicado formal, mas desistiu porque, de acordo com ele, “é um momento tenso e de expectativas”.

Fonte: portalodia

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Dama da Noite: Espetáculo baseado na obra de Caio Fernando Abreu, reestreia em Sao Paulo, comemorando sete anos em carta

O ator Luiz Fernando Almeida, volta aos palcos com “Dama da Noite”, uma adaptação do conto de Caio Fernando Abreu, para mais uma temporada em São Paulo. A reestréia acontece no dia 19 de abril, quinta-feira, as 21horas, no Cabaret da Cecília. A direção e de Andre Leahun. A montagem comemora sete anos em cartaz e narra à vida de um ser humano que vê o mundo e não se sente inserido no mundo que vê.

A premiada versão do ator santista Luiz Fernando Almeida para o monólogo “Dama da Noite”, inspirado em um conto de Caio Fernando Abreu (1948-1996), comemora sete anos de existência em sua quarta temporada em São Paulo.

A peça fica em cartaz no Cabaret da Cecília, sempre as quintas-feiras, a partir de 19 de Abril, com apresentações às 21h. Os ingressos são no sistema pague quanto puder. Após cada apresentação é passado um chapéu, onde o público contribui voluntariamente.

Dirigido por André Leahun, o espetáculo revela as angústias de uma pessoa que não consegue se inserir no mundo em que vive. A personagem expurga todo o seu desprezo pela sociedade que a exclui.

Com clima intimista, a montagem é ambientada em um cenário que deve ser escolhido pela imaginação do espectador – pode ser uma balada, um bar, um clube ou qualquer outro lugar.

A montagem ganhou uma adaptação cinematográfica em 2014, dirigida por Dino Menezes. O curta-metragem já foi exibido em vários festivais nacionais.

O espetáculo foi classificado em segundo lugar no “Prêmio Nacional de Teatro de Mogi das Cruzes”, em 2011, e recebeu a premiação de melhor maquiagem no “2º FESTKAOS” no mesmo ano. Além disso, esteve entre os finalistas do “Aplauso Brasil 2013”, nas categorias de melhore ator, diretor e figurino e foi indicado a prêmios da comunidade LGBT na categoria Melhor Espetáculo Teatral LGBT pelos premio do Papo Mix e Guia Gay SP. Participou de eventos como: Corpo Subcorpo- SESC- SP, Festival Mix Brasil (SP, RJ, Acre), Sansex- Mostra da Diversidade Sexual de Santos, SIM- Semana da Diversidade Sexual de Araçatuba, Fringe- Festival de Teatro de Curitiba entre outros.

Plus

(Usuários do app Hornet ganham descontos e tem combos especiais consumíveis nesta noite apresentando a mensagem recebida no app.)

A Triton Eyewear nossa apoiadora, vai sortear óculos escuros incríveis para os espectadores de cada sessão durante a temporada.

Ficha Técnica

Dama da Noite

Adaptação do conto de Caio Fernando Abreu

Com Luiz Fernando Almeida

Direção Andre Leahun

Técnica: Pablo Silva

Make: Amanda Diniz

Designer Grafico: Betinho Neto

Promoção: Hornet – Portuguese e Sanatório Geral

Apoio gastronômico: Rede Biroska, Frango com tudo, Planetas

Luna di Capri, Cantina Piolin.

Apoio Cultural: Sansex, Associação Caio Fernando Abreu, Bazar Cafofo, Triton, White Apple, Pe e Cia, Centro Cultural Tendal da Lapa.

Realização Cafofo Produções e Eventos

Dama da noite na internet:

Fanpage: www.facebook.com/damadanoiteteatro

Para Roteiro:

Dama da Noite

Adaptação do conto de Caio Fernando Abreu

Com Luiz Fernando Almeida

Direção Andre Leahun

Estréia 19/04 – em cartaz as quintas-feiras sempre às 21h

Ingresso: Pague quanto puder (somente em dinheiro).

Capacidade: 40 pessoas por sessão.

Cabaret da Cecília- Rua Fortunato 35- Santa Cecília- SP./ (11) 3392-1239

Metro mais próximo: Santa Cecília.

O Cabaret aceita todos os cartões de debito e credito.

FONTE: folhago
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App de relacionamento gay Grindr compartilhou status de HIV de usuários com outras empresas

O aplicativo de relacionamentos gay Grindr compartilhou dados de usuários, inclusive os status de HIV, com outras empresas.

A denúncia foi originalmente feita pela ONG norueguesa SINTEF e publicada pelo site Axios. A informação sobre HIV era enviada pelo Grindr junto com dados de GPS, telefone e e-mail do usuário, para duas companhias contratadas para monitorar como o programa é usado e desenvolver formas de aprimorá-lo.

O SINTEF explicou que, desta forma, seria possível identificar os usuários. “O status de HIV estava ligado a todo resto, esse é o principal problema”, disse a organização ao site BuzzFeed.

O Grindr confirmou que, de fato, compartilhava estes dados com as empresas Apptimize e Localytics e, em um comunicado enviado à BBC Brasil, defendeu que essa é uma prática comum na indústria de aplicativos para lançar novas funcionalidades e resolver problemas.

“Qualquer informação que fornecemos a nossos parceiros de software, inclusive o status de HIV, é criptografada, e em nenhum momento compartilhamos dados sensíveis como o status de HIV com anunciantes”, disse a empresa.

Antoine Pultier, cientista da SINTEF que detectou o envio desses dados, explicou à BBC Brasil que conseguiu “quebrar a criptografia” usada para garantir a segurança das informações. “Criamos dois usuários falsos e, com a ajuda de um computador, um programa e dois celulares, interceptamos a transmissão das informações.”

O Grindr não esclareceu se dados de usuários brasileiros também eram compartilhados com terceiros. Diante da polêmica, a empresa anunciou ter parado de enviar essas informações para outras empresas.

“Esse é mais um incidente de uma série que faz aumentar ainda mais a preocupação com a forma como dados pessoais são coletados, armazenados e usados por várias plataformas”, diz Carlos Affonso, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio).

“Neste caso, a diferença é que ser portador do vírus HIV é uma das informações mais sensíveis que se pode ter, e isso requer um tratamento especial.”

 

Testes

O Grindr foi criado em 2009 e é o aplicativo de encontros para o público gay mais popular atualmente, com 3,6 milhões de usuários em todo o mundo.

Entre os dados que eles podem escolher colocar em seu perfil, que é público para qualquer pessoa que tenha o programa, estão o status de HIV, dizendo se são soropositivos ou não, se estão se medicando para conter a contaminação ou fazendo um tratamento de prevenção conhecido como PrEP. O usuário também pode informar a última data em que foi testado.

Neste caso, a empresa compartilhou dados para testar uma nova função que alerta o usuário para fazer o exame de HIV a cada três a seis meses.

“Quando o teste foi completado, qualquer informação relacionada ao status de HIV foi removido da Apptimized e estamos discutindo sua remoção da Localytics”, disse a companhia.

Uma análise da SINTEF mostrou que o Grindr compartilhou a posição exata de GPS do usuário, sua tribo (com qual grupo do universo gay o dono do perfil mais se identifica), orientação sexual, status de relacionamento, etnia e telefone.

A companhia diz que os serviços fornecidos pelas duas empresas são usados por milhares de empresas e que essas práticas são um padrão do mercado de aplicativos. Também destaca que o compartilhamento de dados ocorre sob confidencialidade contratual e que as empresas são obrigadas a garantir a segurança das informações e a privacidade dos usuários.

“Nenhuma informação é vendida a terceiros”, disse Scott Chen, diretor de tecnologia do Grindr, ao BuzzFeed.

 

‘Claúsula genérica’

Mas críticos da empresa dizem que o caso levanta questões sobre sua política de privacidade. Esses termos dizem que, ao tornar seu perfil público, o usuário torna públicas também as informações de saúde, como o status de HIV, incluídas ali.

O Grindr disse que “encoraja fortemente seus usuários a examinar com rigor como e onde seus dados são compartilhados”.

O Conselho do Consumidor da Noruega abriu um processo por violação de privacidade contra a empresa por conta do compartilhamento dessas informações, alegando que a lei europeia exigiria uma permissão em separado para que os dados fossem enviados para terceiros. O conselho diz que mencionar isso apenas nos termos de uso não é suficiente.

Carlos Affonso Souza, do Instituto de Tecnologia e Sociedade ITS-Rio, também defende que a empresa deveria ter sido mais específica sobre o uso de dados sensíveis, como o status de HIV.

Ele explica que cem países do mundo já têm alguma legislação de proteção de dados pessoais – o Brasil não está entre eles – e que, na maioria dos caso, dados ligados a posições políticas, ideológicas e de intimidade recebem maior proteção.

“Normalmente, exige-se um consentimento explícito para que eles sejam coletados e sobre a finalidade disso. Não basta uma cláusula genérica”, afirma o especialista.

Souza também argumenta que o fato de o usuário informar seu status voluntariamente e de forma pública em seu perfil “em determinado contexto e uma comunidade fechada” não significa que ele gostaria de ter essa informação compartilhada com terceiros.

“Imagine se essas informações vazam, e recrutadores passam a consultá-las antes de contratar alguém? Pode levar a uma grande discriminação”, diz Souza.

 

Patrimônio pessoal

Nas últimas semanas, o Facebook tem enfrentado uma crise pela forma como uma consultoria política Cambridge Analytica coletou e usou os dados de 50 milhões de seus usuários. A empresa está sendo investigada pelo possível impacto desses serviços sobre as eleições americanas e a votação que determinou a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit.

Mas o Grindr diz haver “uma grande diferença entre compartilhar dados com uma empresa de software e ter os dados coletados por terceiros como a Cambridge Analytica”. “Não é isso que está ocorrendo aqui”, afirmou.

Souza, do ITS-Rio, afirma que, ainda que haja diferença entre os casos, incidentes assim “deixam claro que devemos ter mais atenção com o que compartilhamos”.

Ele defende que os brasileiros devem ter ainda mais cuidado, pelo fato de estarem entre os principais usuários desses serviços e, ao mesmo tempo, não haver no país uma legislação específica para essa questão.

“O perigo no Brasil é enorme, porque não temos uma lei nem uma cultura de proteção de dados, mas há um número expressivo de brasileiros nestas plataformas”, diz.

“Seus dados são parte de seu patrimônio. Assim com você não emprestaria seu patrimônio para quem você não conhece, também não deve ceder seus dados para terceiros com base em regras vagas ou misteriosas.”

fonte: g1.globo

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Festival gay reunirá Pabllo Vittar, Wanessa, Gretchen, Preta Gil e… Balão Mágico!

A segunda edição brasileira do Milkshake Festival, evento voltado para o público LGBT, reunirá algumas das queridinhas dos gays: Pabllo Vittar, Wanessa Camargo, Gretchen e Preta Gil. Além disso, o festival marcará o retorno do Balão Mágico, grupo infantil que fez muito sucesso nos anos 1980. Ele estará em sua formação original: Simony, Mike e Tob. A sequência de shows está marcada para 2 de junho, vésperada da parada LGBT de São Paulo (a maior do mundo), na Arena Anhembi, na capital paulista. O festival tem capacidade para 30 mil pessoas.

“O Milkshake foi criado para ser uma celebração de todas as sexualidades e gêneros, um lugar onde todos podem ser livres para se expressar em um ambiente seguro sem carregar uma carga sobre seus ombros. Apenas deixando rolar e sendo livres de lutas diárias”, afirma Marieke Samallo, criadora e diretora artística do evento.

Serão 16 horas de festival, com mais de 30 atrações, incluindo DJs nacionais e internacionais. A lista completa ainda será anunciada, mas nomes La Plata, Valentijn de Hingh, Midas Hutch, Felipe Venancio, Zu Browka, Willie Wartaal, ABSOLUTE, Johnny Luxo, Larry Tee, Ramon Lacroix, Marina Dias, Jillionaire (do Major Lazer), Mitchell Kelly, FS Green, Covergirl Sunny e Jean Paul Paula estão confirmados. O Live Stage, maior palco do evento, terá capacidade para receber até 15 mil pessoas.

Serão cinco áreas no Milkshake Festival, ocupando 20 mil metros quadrados. Além do Live Stage, haverá o Supertoys Stage (música eletrônica), We Love Your Soul Stage (R&B, hip-hop e dance music), o Secret Stage (balada secreta) e o DragCon (drag music), no qual haverá um concurso com júri formado por Nany People, Salete Campari, Aretuza Lovi e Marcia Pantera.

fonte: portalpopline

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