Mercado Gay, a nova grande sacada.

Os gays já saíram do armário exigindo respeito há muito tempo, como atestam as manifestações em todo o Brasil e mundo afora. Agora é a vez de as empresas enxergarem a nova realidade, deixando de lado os preconceitos e estereótipos para encarar com respeito e seriedade o público conhecido hoje como LGBTS­ – Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Simpatizantes.

O atendimento especializado aos clientes gays já se consolidou em grandes empresas espalhadas pelo mundo e vem ganhando novos adeptos.

Se nos últimos anos os homossexuais desafiaram preconceitos e conquistaram espaços na sociedade, na vida cotidiana ainda perduram estereótipos, inclusive com relação aos hábitos de consumo. Um deles é a ideia de que todos os gays têm alto poder aquisitivo e são consumistas, porém, segundo pesquisas de mercado esta é uma percepção errônea.

O potencial de compra dos gays realmente é maior, uma vez que é um público single, mesmo que tenha um relacionamento estável com outra pessoa ou necessite ajudar alguém da família. No entanto, os gays são em geral muito mais sociáveis, não ficam em casa vendo TV. Então, acabam gastando mais em viagens, restaurantes, bares, casas noturnas, cinema e tea­tro. E, consequentemente, quanto mais você sai, mais roupa você precisa comprar. Daí surgirem algumas pistas dos hábitos de consumo. Pesquisas apontam que os homossexuais costumam gastar 30% mais do que heterossexuais das mesmas classes sociais e faixas etárias.

Os gays querem entrar em uma loja e ter um bom atendimento. O vendedor não pode mudar o seu comportamento ao saber que o cliente é homossexual. E os casais do mesmo sexo buscam ambientes em que podem agir naturalmente; buscam segurança física e moral.

Não existe empresa gay. A empresa precisa conhecer os códigos dos clientes homossexuais: ela não precisa explicitar este diálogo, já que o público-alvo vai entender o discurso. Assim, uma empresa que quer atrair o público gay precisa contratar funcionários gays, que são os que conhecem a linguagem deste grupo.

Estima-se que os gays no País, equivalem a quase 10% da população. Como se vê, o mercado ainda tem muito a aprender e a investir.

 Fonte: http://migre.me/cPzZ0

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2 Responses to Mercado Gay, a nova grande sacada.

  1. 3P Produções Especiais disse:

    Parabéns pelo artigo…

    Concordamos e aprendemos também.

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