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Diversão e respeito imperam na trash 80's_________________________

Resgatar as músicas dos anos 80 pode parecer tarefa fácil, mas engana-se quem pensa assim. Tocar quatro vezes por semana – isso sem contar as festas especiais – hits de vinte anos atrás, carrega consigo a desvantagem de não contar com os lançamentos que invadem as rádios todos os dias.
Mas o público parece nem ligar pra isso. Há seis anos, a Trash 80’s recebe semanalmente milhares de pessoas que vêm em busca de algo que ficou para trás. Pode ser uma lembrança, o refrão de um estrondoso sucesso ou uma simples coreografia. Se uma hora está tocando Madonna, não duvide que em minutos todos estejam em êxtase ao som de Xuxa e outros ícones daquela década. Além do som, quem vai à festa pela primeira vez depara-se com um clima amistoso entre pessoas que na maioria das vezes nunca viram.
Segundo o DJ Enéas Neto, um dos criadores da Trash 80’s, ao lado do DJ Tonyy, “a festa vai além do saudosismo”. Para ele uma boa parcela do público é atraída pelo passado, mas quando entra em contato com a dinâmica da festa, descobre que tem mais coisa além de hits. Então, o que mais encanta o público?
”O clima, os DJs, a diversão, as performances, shows inusitados e o respeito à diversidade, para citar alguns exemplos, pesam tanto quanto ter saudade de uma época mágica”, enumera.

Além da dupla, o staff da festa conta com mais cinco DJs que se revezam nas edições que acontecem no Centro e na Vila Olímpia. Eles são os responsáveis por gargalhadas e, às vezes, até... choro. Tudo causado por soltarem na pista aquela música que estava no fundo do baú.
Certamente um dos segredos para o sucesso da festa é o respeito à diversidade. Participante da Parada GLBT desde 2003, a Trash 80’s se preocupa em interagir com todos os públicos e incitar o convívio entre pessoas, independente de opções, inclinações ou rótulos, tendo como premissa a palavra respeito. “Quem vai à festa sabe que pode encontrar uma senhora fazendo performance no palco, casais gays e héteros em harmonia ou mesmo o ‘boy’ da VO e o ‘mano’ da periferia. O bacana é justamente isso”, diz Neto.
Reconhecida pela imprensa nacional como uma das melhores opções da noite paulistana, a busca novidades, através de temas, shows e atrações, para levar o seu lema-mor, “diversão garantida”, ao público.

Alessandro Fiocco
Assessor de Imprensa
alessandro@lomacomunica.com.br
(11)
3262-4350 Ramal 22

 

Museu erótico de São Paulo______________________________________

O“Museu Erótico de São Paulo” está localizado na Av. Brig. Luis Antônio, 2543, na cidade de São Paulo, SP, Brasil e foi inaugurado em 5 de janeiro de 2005. Seu fundador Alfred Smith-Palliser tinha por objetivo formar uma instituição dedicada a divulgar “a história, evolução e significado cultural da sociedade humana”.

O museu focaliza as preferências sexuais de certas culturas e sub-culturas, incluindo o mundo gay, lésbico, a história da prostituição no Brasil, nuances da pornografia vista sob o prisma da história, da arte e da medicina.
Embora as exibições do museu sejam apresentadas de uma forma pedagógica, elas mostram material explícito. Por este motivo, os visitantes deverão ser maiores de 18 anos. O Museu Erótico de São Paulo está comprometido com intercâmbios e discussões abertas, e aceita doações e/ou objetos para exibição na base de um contrato de cessão por “commodato”.

Enquanto Smith-Palliser estava inaugurando o “MESP”, ele enviou pedido de registro do mesmo ante a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, como uma organização “não lucrativa”. Ele também optou por aceitar fundos da indústria pornô e por este motivo o museu se localiza no local de funcionamento do “Canal X Video”.

Basicamente o museu mostra a coleção erótica pertencente a Alfred Smith-Palliser. A coleção se estende desde a arte erótica das civilizações andinas, da Índia, Japão, China e África, até a arte erótica contemporânea. O museu tem 2 (dois) andares. No 2º andar se exibe uma réplica de um quarto de bordel do século 19. Há também bicos-de-pena de Pablo Picasso, réplicas de Botero, óleos eróticos autênticos de Wyeth.

No 1º andar se exibe um filme pornô legendário de 8mm que data de 1948, atribuído a Marilyn Monroe. Tem extensas exibições do início da fotografia erótica, o famoso fetiche chinês de redução artificial do tamanho do pé das mulheres, amuletos fetichistas, esculturas, etc.

A diretoria do Museu procurando enriquecer e prestigiar o conceito de arte/cultura erótica, aceita a doação ou cessão de objetos com conotação erótica, permitindo mencionar a fonte (título, origem, datação e pessoa/entidade doadora ou cedente).

Devido à alta qualidade e seriedade do projeto, os objetos doados ou cedidos deverão ter um valor museístico (étnico, antropológico, arqueológico, antigüidade, cultural, curiosidade trivial, etc).
 

Para mais informações referentes ao museu ou doações, favor enviar e-mail para: canalxvideo@terra.com.br