Na Netflix: documentário mostra perseguição aos gays na Rússia

Vale o aviso: o documentário To Russia With Love só fica na Netflix até dia 1 de julho. Eu sempre tive vontade de conhecer a Rússia, sobretudo a cidade de São Petersburgo por causa do fabuloso filme Arca Russa (2002), de Aleksandr Sokurov, que é todo ambientado no museu Hermitage. Não tenho mais vontade. Putin, que fica na presidência até 2024, endureceu a lei contra os gays e a perseguição aos homossexuais ficou implacável. Tanto é que estão pedindo aos turistas gays na Copa do Mundo que não demonstrem afeto em público. É o fim da picada, para dizer o mínimo.

Feita minha crítica ao país que sedia o Mundial, vamos ao documentário que é o tema deste post. To Russia With Love, de 2014, faz um apanhado (antes e depois) dos acontecimentos que envolveram os Jogos Olímpicos de Inverno, em Sóchi. Por meio de homossexuais, sobretudo atletas que participaram das Olimpíadas, o filme mostra a repressão russa aos gays e o que os estrangeiros fizeram (ou não fizeram) para manifestar seu apoio à comunidade GLBT de lá.

Antes de chegar a Sochi, muitos deles diziam que apoiariam a causa. Mas, diante da realidade num país estrangeiro, a história teve outro rumo. Um dos casos mais curiosos é o do patinador artístico Johnny Weir que, com suas roupas espalhafatosas, achava que isso já seria um sinal de protesto. Veja no filme qual foi a repercussão de sua “manifestação”.

Entre depoimentos dos atletas, há, sim, os ativistas russos que protestavam nas ruas e recebiam a retalhação policial em troca. E há também a triste história de um jovem de 17 anos que morava em Sochi, sofria bullying dos colegas e até da professora. Seu destino, contudo, teve um final feliz.

Fonte: VejaSP

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