Um anjo veio me falar: o Rouge está de volta e faz show em Florianópolis

Preparem o espírito “Ragatanga” que o grupo Rouge está chegando. A girl band brasileira que anunciou recentemente o retorno para comemorar os 15 anos da primeira formação do grupo trará para Florianópolis o show da nova turnê, nesta sexta-feira de Carnaval, no Stage Music Park. A apresentação tem um presente especial para os fãs catarinenses: no repertório da apresentação de Li Martins, Aline Wirley, Karin Hils, Lu Andrade e Fantine Thó está o novo single Bailando, que será reproduzido pela primeira vez no palco.

A faixa é escrita e produzida pelo renomado produtor e compositor musical Umberto Tavares, que é responsável por grandes hits da cantora Anitta e de outros artistas que estão despontando nas paradas de sucesso nos últimos anos.

A nova música tem tudo para agradar ao público, com batidas dançantes e uma letra contagiante. Mas não se preocupe o show será também para relembrar as velhas canções, que continuam muito presentes. Afinal de contas, quem nunca dançou o Ragatanga naquela formatura do amigo, no casamento do primo, na balada, no chuveiro ensaiando a coreografia. Tá bem, nem precisa revelar, mas já vai afinando os passos que o show promete! Por telefone, Fantine falou com a Hora sobre a volta aos palcos e o show do dia 9. Confere:

 Como foi esse reencontro de vocês? Foi uma decisão do grupo, pressão dos fãs ou alguém da gravadora que estimulou esse retorno?
A gente está desde de 2012 cogitando uma volta e os fãs nos surpreenderam. Mas, mesmo assim, a gente ficava pensando: “será que são só alguns poucos milhares que estão entusiasmados? Ou algumas centenas, que faziam algum barulho nas mídias sociais?”. Mas quando o Pablo Falcão resolveu convidar o grupo pra fazer o Chá do Rouge – que é a festa que ele já faz há alguns anos – nós topamos e nos surpreendemos com o resultado, lotando as casas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi o que nos motivou para essa volta. Para fazer tudo que queríamos fazer: gravar música nova, lançar livro, fazer documentário, fazer musical… Enfim, estamos empolgadas com tantas possibilidades de trabalho.

 Depois da separação, em 2006, cada uma seguiu sua vida, algumas inclusive continuaram na área artística. Como foi conseguir reorganizar a vida para essa volta?
Estamos reorganizando ainda. Eu, por exemplo, moro na Holanda, estou lá há 10 anos, e faço bate e volta pra fazer show. Isso até ganhar uma forma mais sólida e mais clara. Agora estamos em estúdio para ensaiar o primeiro show de 15 anos e o Carnaval. Enfim, estamos a mil por hora e atendendo as demandas.  Mas vocês têm o objetivo de manter a formação, não só um show de comemoração dos 15 anos? Nós já gravamos uma música nova que chama Bailando e um vídeo clipe também. Nós estamos mostrando um material novo, e vamos sentir o mercado. Mas a demanda é muito grande. Já temos tantos pedidos pra show que já vamos ficar ocupadas por muito tempo, só com esses pedidos.

 Fale um pouco desse novo trabalho com músicas inéditas que será apresentado para o público em breve.
Estamos fazendo uma seleção de músicas. Bailando é uma música do Humberto, um compositor aqui do Rio de Janeiro, foi um prazer trabalhar com ele. Eu, dia 31 de dezembro, estava em Amsterdã no estúdio escutando músicas novas para trazer. Eu separei umas 13 canções para gente ouvir e com a Sony, que é a nossa gravadora, estamos nesse processo de seleção do que tem a cara do Rouge, de qual será o nosso próximo single. Essa é a melhor parte: pensar em música e fazer música.

 E qual é a cara do Rouge? É a mesma de 15 anos atrás? Para que público está o foco nessa nova fase?
Estamos focadas no público que já temos. E quem mais vai gostar. É sempre uma surpresa. O Rouge sempre foi um pouco lúdico, nós somos pop, mulheres, então a gente gosta sempre de brincar com essas nuances que a mulher tem. Tem a mulher menina, tem a poderosa, tem a sensual, tem a misteriosa… A gente gosta de colocar todas as cores da nossa expressão artísticas e feminina, e acreditamos que isso vai atingir muito as mães e também muito as crianças. É a nossa esperança. E nosso público gay, que também é super fiel, super empolgado e apaixonado pelo Rouge. A gente faz muito do nosso trabalho voltado para eles.

 Vocês ficaram em ‘recesso’ um bom tempo, como foi o convívio e o contato com os fãs durante esse tempo?
Isso eu conseguia sentir pelas mídias sociais e pela conversa com as meninas. Eu sempre que vinha para o Brasil e tinha oportunidade de encontrar com as meninas, elas sempre me falavam bastante do respeito que o Rouge estava ganhando nas baladas e no teatro. Porque as que ficaram aqui no Brasil deram sequência a carreira de uma forma muito bela dentro de musicais. Conquistando esse espaço, conquistando esse respeito, mostrando a qualidade e a veracidade do trabalho. E isso acabou dando mais credibilidade ao próprio Rouge, além do amor que os fãs sempre tiveram.

 Como é ter um sucesso como Ragatanga? Como vocês trabalham para produzir sucessos que se equivalem com esse “hino” do Rouge?
Da mesma forma de sempre, como foi no início da nossa carreira, vesti a camisa do trabalho e fazer o melhor possível e esperar que as pessoas gostem do que a gente tá compartilhando. E a forma que o trabalho será recebido, sempre foge do controle do artista. Não tem como controlar. A gente espera. A gente dá o melhor, daí como vai ser recebido e como vai ser lembrando, não está em nossas mãos. Então, a gente é muito privilegiada de ter um hit que nos projeta e nos deixa, de certa forma, inesquecíveis. Um hit é muito bom para podermos mostrar quem está por traz dessa canção.

 Que mensagem vocês querem passar com esse retorno?
Nossa, esse retorno tem tantas mensagens. É uma mensagem de gratidão, união, de vamos continuar, aceitar, perdoar, seguir a diante, curtir, celebrar a vida. E tudo que a gente faz, nós estamos fazendo com muita dedicação e muito amor, para criar e manifestar coisas belas em nossas vidas. E em todas as áreas de nossas vidas. Desde da profissional, da emocional e a financeira. A gente está torcendo para que esse projeto nos traga uma segunda chance. Uma segunda chance que estamos fazendo com muito amor, muita dedicação e gratidão pelo amor que recebemos dos nossos fãs.

 O que os fãs de Florianópolis podem esperar do show do dia 9, no Stage Music Park?
O público pode esperar o Rouge, cinco mulheres apaixonadas pelo que fazem e querendo trazer muita positividade e alegria para o nosso público.

 SERVIÇO
O que: Rouge 15 anos
Quando: 9 de fevereiro (sexta-feira), a partir das 21h
Onde: Stage Music Park I Rodovia Maurício Sirotski Sobrinho, 1050, Jurerê Internacional
Quanto: a partir de R$ 80 (pista, 1º lote). Sócios do Clube NSC e acompanhante têm 30% de desconto na compra do ingresso antecipado na loja Blueticket do Beiramar Shopping (Rua Bocaiúva, 2.468, Centro, Florianópolis) ou no local do evento.
Vendas online: goo.gl/WB4TYB
Estacionamento: R$ 30 (comum) e R$ 50 (VIP)
Informações: (48) 3028 5300 –  www.stagemusicpark.com.br

CURIOSIDADES

- O Rouge foi formado em 2002 no show de talentos Popstars, do SBT. Li, Aline, Karin, Lu e Fantine foram as vencedoras do programa entre as mais de 30 mil candidatas inscritas na atração.

- Em 2004 a Lu Andrade deixou o grupo, que seguiu lançando novos trabalhos, mas em 2006 desfez a formação.

- Em 2012, quando completariam 10 anos, o grupo ensaiou um retorno sem Lu Andrade, mas o projeto não deu certo e as cantoras continuaram com suas carreiras solo.

- Em novembro de 2017 o grupo assinou um novo contrato com a gravadora Sony Music e relançou todos os antigos álbuns nas plataformas digitais.

- O grupo que esteve neste domingo no Faustão nunca havia se apresentado na Globo anteriormente, isso por conta de uma antiga determinação, já que elas foram formadas num programa do SBT.

fonte: dc.clicrbs
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