JEUNESSE GLOBAL: Uma empresa que vale a pena conhecer!

A Jeunesse foi inaugurada em 2009. Ansiosos para compartilhar seus produtos revolucionários com o mundo, os fundadores se propuseram a criar um dos planos de marketing mais recompensadores no setor de vendas diretas. 

A Jeunesse desenvolve o Sistema de Aprimoramento da Juventude e mantém produtos com foco na beleza e na juventude. Seu principal objetivo: EMPODERARAS PESSOAS ATRAVÉS DA SENSAÇÃO DE JUVENTUDE PROPORCIONADA POR SEUS PRODUTOS.

NAÄRA – BEAUTY DRINK:Colágeno Hidrolisado

Este produto é capaz de deixar sua pele mais bonita, hidratada e macia, seu cabelo mais saudável, com crescimento acelerado, suas unhas mais fortes e saudáveis, cuidar das articulações e ossos, entre diversos de outros benefícios. O produto – recordista de vendas no Brasil -ganhou espaço entre dermatologistas e geriatras. A reposição de COLÁGENO é indicada por médicos de diversos segmentos. Esse é um produto que você PRECISA conhecer!

LUMINESCE

Sua base é feita de um soro desenvolvido através das células tronco HUMANAS, chamado APT-200. Dessa forma, por ser humana, os fatores aceleram a regeneração das células onde é aplicado, causando um resultado impressionante, como pode ser visto nas fotos.
A Linha Luminesce o ajudará a tratar acne, linhas finas de expressão, manchas, cicatrizes, rugas, celulite, estrias, flacidez e demais sinais na pele.

LANÇAMENTO – Em outubro no BRASIL!

A Jeunesse fará o lançamento da revolucionária linha de maquiagem NV – Be The Envy, com base no APT-200. PRIMER, BASE LÍQUIDA (FOUDATION) e BRONZER. A maquiagem em spray que trata a pele, sem óleo e parabenos. INCRÍVEL!!!!

Demais produtos você encontrará acessando o site tatianataka.jeunesseglobal.com

A Jeunesse me oferece, ao mesmo tempo, uma fonte de renda independente, meritocrática e promissora e mais tempo junto à minha família.

Se você, assim como eu, deseja mais liberdade, reconhecimento, tempo, ou simplesmente algo SEU pelo qual vale a pena lutar, teremos o maior prazer em recebê-lo(a) em nossa equipe! Entre em contato comigo para obter maiores informações.

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ATUAÍ STUDIO HOME

O Atuaí Studio Home é o primeiro empreendimento da região com destaque para soluções sustentáveis. Além disso, o condomínio é uma opção moderna de moradia, com facilidade de locomoção e cuidados relacionados ao meio ambiente.

A localização privilegiada, apenas a 500 metros da estação Vila Matilde do Metrô, garante acesso rápido à avenida Paulista e ao aeroporto Internacional de Guarulhos com a futura interligação da estação Penha 2. E mais, você ainda poderá ampliar suas conexões de carro, com acesso a menos de 2 km para a Radial Leste e Marginal do Tietê ou dar uma esticadinha até a avenida Amador Bueno da Veiga para fazer compras nos mais diversos hipermercados, ir aos principais bancos, drogarias e ao centro comercial da Penha.

Venha conhecer o empreendimento com melhor custo-benefício de toda região. Um excelente negócio para morar ou para investir, com uma pequena entrada e parcelas fixas direto com o incorporador até a entrega das chaves. E você ainda pode usar o seu FGTS!

O condomínio está localizado à Rua Atuaí, 541, na Vila Matilde, zona leste de São Paulo. Um empreendimento único, moderno e insuperável!

O Atuaí Studio Home é composto por 7 pavimentos e 52 apartamentos, todos serão entregues na versão Studio, com área privativa construída entre 40,76 m² e 83,93 m². Cada unidade autônoma terá uma vaga de garagem privativa, localizada no subsolo, fixa e escriturada, evitando o rodízio e o indesejado sorteio.

Todos os apartamentos possuem varanda com ponto grill, um lugar perfeito para você receber os amigos, familiares e desfrutar de momentos agradáveis e descontraídos com todos eles. Os apartamentos do 1º pavimento possuem uma deslumbrante varanda garden com spa privativo em deck de madeira, um luxo!

Para os apaixonados por altura, coberturas penthouse no 7º pavimento também com spa privativo em deck de madeira e uma espetacular vista panorâmica da cidade. Você não vai resistir a todas essas maravilhas!

Dá só uma olhadinha nesse paraíso!

Venha saber mais sobre esse incrível empreendimento: http://atuaistudiohome.com.br/v1/

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“Nany People “CONVIDA” – Segundas Hilárias

Paris 6 Burlesque Music Hall & Night Bistro* traz segundas hilárias todo mês de julho, com a comediante Nany People e seus convidados!
 
O espetáculo de *”Nany People “CONVIDA”* é diferente, inovador e provocador, pois apresenta histórias e situações vivenciadas pela artista durante a sua trajetória profissional e pessoal.
 
Em tempos do “Politicamente Correto” engessando a sociedade como um todo, o espetáculo trata assuntos dos mais variados temas sempre abordados com bom humor e inteligência.
 
Nany, solta o verbo e convida a plateia a meditar e se divertir com suas observações provocadoras; A identificação do público é imediata.
 
Um espetáculo intimista e divertido, onde a trajetória de vida da artista é decantada com Emoção, Convicção e Paixão! Sempre com um Convidado diferente a cada Semana !
 
DIA *10 JULHO* Nany People Convida : *RUDY LANDUCCI*
Classificação: 14 anos
Serviço
Datas:
10 – RUDY LANDUCCI
17 – MATEHUS CEARA & RODRIGO CAPELLA
24 – GUSTAVO MENDES (DILMAS),
31 / 07 – MARCELO MARRON
 
Horário – 21h
Local: Paris 6 Burlesque Music Hall & Night Bistro – Rua Augusta, 2809 – Jardins, São Paulo
 
Ingressos antecipados: no site do Ingresso Rápido, na bilheteria do teatro Procópio Ferreira (terça a domingo, das 14h às 19h) ou no local do show, das 19h às 22h
https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=58877#!/tickets
 
Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Rua Augusta, 2823 – Jardins, São Paulo
Sem taxa de Conveniência
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Projeto de lei Dandara dos Santos quer tornar o LGBTcídio crime hediondo no Brasil

Após a comoção nacional da morte da travesti Dandara dos Santos, em Fortaleza, em fevereiro deste ano, que teve seu assassinato filmado pelos assassinos, o Projeto de Lei nº 7292, quer combater esses tipos de crime de ódio. Apresentado pela deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), o PL propõe alteração do Código Penal para prever o LGBTcídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e coloca ainda o LGBTcídio no rol dos crimes hediondos, alterando, o artigo 1º da Lei nº 8.072/1990.

O PL foi batizado em homenagem à travesti Dandara dos Santos e protocolado no dia 04 de abril e desde o dia 08 de maio aguarda na Comissão de Direitos Humanos o início das discussões. Pelo projeto, é considerado LGBTcídio quando o crime envolve menosprezo ou discriminação por razões de sexualidade e identidade de gênero.

“Sofremos com a ausência de leis que garantam proteção a esse segmento da população e esse é um dos fatores que geram a vulnerabilidade. Esses crimes são tipificados por discriminação e menosprezo à condição de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, ou seja, cometidos exclusivamente pelo ódio e merecem a devida atenção e punição”, justifica a deputada autora do projeto.

A cada 26h um crime de LGBTfobia é registrado no país. O Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo e a expectativa de vida de uma transgênero no país gira em torno dos 35 anos de idade.

Via: Lado A

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Existe “opção sexual”? A resposta da ciência é “NÃO”.

Pode parecer que “está todo mundo homossexual”, e “daqui a pouco vai ser proibido ser heterossexual”, mas na realidade, não é porque só se fala hoje da lei da gravidade, que ela não existia no passado. Da mesma forma, a homossexualidade sempre existiu e sempre se manteve numa taxa incrivelmente estável:  8% da população mundial, para ser mais exato.  A diferença é que a aparente tolerância da sociedade atual faz com que aqueles que no passado só podiam “sair do armário” num discreto bar em algum recanto boêmio, ou numa balada temática, agora podem ser quem são em tempo integral. Mas, eles sempre estiveram por aí. O mundo mudou, mas nem tanto.

Nem tanto mesmo. Apesar de todo o apelo midiático e tantas descobertas científicas, alguns velhos tabus permanecem. Expressões como “opção sexual”, por exemplo, ainda são ditas e repetidas até por pessoas tidas como instruídas. Talvez até você mesmo tenha dito isso, sem nenhuma má intenção. A problemática por trás dessas duas palavrinhas inocentes é que, intrinsecamente, há a sugestão de que alguém opta, escolhe livremente a sua sexualidade.  Somente o fato de parecer insano alguém escolher algo que ainda desperta tanto preconceito e atitudes extremistas e extremadas do senso comum já seria suficiente para nos fazer duvidar dessa improvável hipótese. Mas, agora, a ciência também está dando uma mãozinha aos mais céticos.

Não estamos falando propriamente de um “gene homossexual”, embora já tenham revirado o DNA humano tentando acha-lo. Mas, é quase lá. Na verdade, muito se fala sobre código genético, como se apenas ele fizesse tudo. Mas não é bem por aí. Levando em consideração que o DNA está presente praticamente em todas as nossas células, como nossos órgãos poderiam atuar de formas diferentes se o DNA falasse sempre da mesma forma? Aí é que entra em campo a epigenética (epi = fora). Marcadores químicos que atuam no nosso DNA sem mudar a sua estrutura original têm a função de silenciar genes, permitindo que outros falem. É isso que faz com que com nossas células se expressem de formas diferentes, cada uma contando uma parte de uma história que esses marcadores escolhem.

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É o que acontece, por exemplo, no caso da orientação sexual. Em norma, pais transmitem suas epimarcas aos filhos, e as mães às filhas. A intenção é torna-los mais sensíveis à testosterona (no caso dos meninos), ou menos sensíveis a esse hormônio (nas meninas). Segundo um estudo desenvolvido por William Rice, na Universidade da Califórnia, a homossexualidade pode ocorrer precisamente quando o inverso ocorre: pais transmitem seus marcadores genéticos às filhas, e mães aos filhos. Esta hipótese foi testada em 47 pares de gêmeos idênticos, sendo 10 deles ambos homossexuais, e nos demais, apenas um deles. Na maioria dos pares concordantes (ambos gays), essas epimarcas foram localizadas nos mesmos lugares em ambos, em 5 regiões do genoma ligadas à orientação sexual. Já nos demais, essa semelhança não se via, e a explicação para isso pode ser a mesma que justifica muitas divergências entre gêmeos: pequenas diferenças no ambiente quando ainda dentro do útero.

Pesquisas continuam sendo feitas, mas uma coisa já é fato. Ou melhor, duas. Primeiro: a natureza genética da orientação sexual. Segundo: a natureza hereditária disso. Obviamente, os cientistas não ignoram as questões sócio-culturais que também podem estar envolvidas em outros casos, por isso, não impõem essa questão como verdade absoluta. De fato, a própria ciência nunca faz isso. Bem como não atribui juízos de valor aos eventos da natureza, já que não é função da ciência julgar os fenômenos, mas sim explica-los. Resta agora saber o porquê de a seleção natural, que supostamente mantém as variações úteis à existência da vida, tem mantido por tanto tempo esta que, paradoxalmente, não seria tão útil (eu disse SERIA), já que pouco contribui para a procriação. Quem sabe? Talvez nunca descubramos a resposta. A despeito de nossa pretensa sabedoria, parafraseando o escritor Khaled Houssini, “a vida tem seus próprios planos”.

Fontes: veja.abril/drauziovarella     

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Você sabe o que é criofrequência?

Criofrequência é um aparelho inovador que pode ser aplicado nas áreas no rosto (para linhas de expressão e flacidez), pescoço (papada), colo, braço, abdome (gordura de abdome), flancos (pneuzinhos), glúteos e coxas (celulite e flacidez) e é indolor.

O aparelho de Criofrequência realiza um resfriamento da ponteira em contato com a pele produz uma sensação térmica agradável. O frio da Criofrequência contribui no controle do edema (inchaço); o choque gera uma tensão instantânea da pele, tendo um efeito desintoxicante aumentando os níveis de oxigenação dos tecidos, uma vez que dilata os vasos sanguíneos que irrigam a pele, produzindo um lifting instantâneo, progressivo e duradouro deste a 1ª sessão. Este estímulo tem pico de 20 dias e continua agindo por até 4 meses.

As sessões duram em média 30 minutos e devem ser feitas a cada 15 ou 20 dias, com indicação de 4, 6 a 8 sessões.

Com a Criofrequência temos o resultado imediato, tanto no sentido de Lifting instantâneo quanto na redução de medida, provando mais uma vez o porquê esta nova tecnologia têm ganhado cada vez mais espaço no mercado: Credibilidade, Qualidade, Segurança, Alta Tecnologia e o mais importante, Resultados duradouros!

Na gordura, a Criofrequencia produz o seguinte efeito fisiológico: a gordura de reserva dentro da célula adiposa, diante dos choques térmicos e do calor provocado pela Radiofrequência interna, “quebra-se”, passando de Triglicerídeos para Ácidos Graxos e Gliceróis, processo este conhecido como Lipólise. A célula adiposa então “expulsa” a gordura, sendo que esta é “consumida” pelo corpo como fonte de energia para queima calórica, podendo ser em uma atividade física, ou em uma dieta restritiva de carboidratos e gorduras. E esse efeito para gordura é progressivo porque também causa apoptose.

Enzimas de Papada

É o primeiro e único tratamento não-cirúrgico, que contorna e melhora a aparência da gordura sob o queixo.

Uma das principais vilãs da aparência facial, a papada pode se tornar um verdadeiro tormento para os mais vaidosos. Isso porque, com o passar dos anos, o excesso de pele embaixo do queixo tende a ficar cada vez mais flácido e requer tratamentos estéticos potentes para ser removido. A novidade do momento é que um procedimento feito com ácido deoxícolico, o famoso Enzimas de papada, é capaz de acabar com esse problema, em substituição às tradicionais técnicas invasivas.

Essa possibilidade se dá pelo uso de microinjeções, que ao serem aplicadas em toda a região conseguem deixar o rosto livre da indesejável papada. No prático procedimento Enzimas de papada, a substância ácida é responsável por quebrar as células de gordura, em até seis sessões, eliminando completamente a área conhecida como duplo queixo.

As áreas com excesso de gordura abaixo do queixo são mapeadas e demarcadas, definindo os pontos onde serão aplicados o ácido deoxicólico Enzimas de papada, de acordo com a necessidade. No mínimo duas aplicações, com intervalo de 21 dias, são necessárias para conseguir o resultado desejado, podendo chegar até seis, no caso de pacientes com maior quantidade de gordura. O procedimento leva em torno de 30 minutos.

Após o tratamento Enzimas de papada, você receberá gelo para aplicar sobre o local tratado. Poderá também tomar algum analgésico como Advil, porém na maioria das vezes isso não é necessário. O efeito colateral mais comum é um inchaço na área tratada, o que é relativamente comum. Vermelhidão e inchaço desaparecem em alguns dias.

O ácido deoxicólico Enzimas de papada, destrói o excesso de células gordurosas que causam a aparência de queixo duplo, e seu corpo naturalmente elimina a gordura de forma natural. Importante lembrar que o tratamento com esse ácido não substitui uma possível necessidade de um lifting facial em casos de flacidez. Esse tratamento é indicado para quem tem excesso de gordura sob o queixo, formando a papada. Durante a consulta inicial de avaliação, você deve falar sobre sua expectativa e o profissional irá determinar qual o melhor tratamento para você.

O ácido deoxicólico Enzimas de papada, é um tratamento revolucionário, que oferece a possibilidade de melhorar a definição do rosto sem a necessidade de cirurgia ou longo período de recuperação.

 

Ligue(11)2281-7369  / 96072-4599 whatsapp

Link:  www.espacopiola.com.br

 

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TRAVESSIAS: Seminário na USP debaterá a diversidade de orientações sexuais e identidades de gênero.

A vida de todos os seres humanos é uma difícil travessia. Mas alguns, como as pessoas LGBTs, têm de enfrentar travessias mais perigosas! De mãos dadas, todos nós estaremos mais seguros e mais felizes. Vamos?

Com esta proposta, acontecerá na USP, no dia 31 de Março, à partir das 13h, o Seminário Travessias. Tendo a presença já confirmada de renomados ativistas, o evento pretende debater temas que se fazem atuais e necessários na vida das pessoas LGBTs.

Já de início, com um olhar sobre o passado, o Seminário terá a exibição do documentário “Lampião de Esquina”, um marco na luta dos direitos dessa população, seguido de um debate com a diretora do documentário, Lívia Perez , o decano militante brasileiro, João Silvério Trevisan, um dos fundadores do grupo Somos e o Professor. Dr. Marcello Modesto – Departamento de Linguística - – USP

Logo após, levando para a mesa temas sobre direitos, moderado pela cartunista Laerte Coutinho, a psicanalista Letícia Lanz e o jurista Dimitri Sales falam sobre o atual panorama de leis em nosso país e a vivência de pessoas travestis e transexuais, em nossa sociedade.

Com o microfone aberto para perguntas da plateia, buscando a interação com o público, o Seminário contará também, durante o intervalo,  com a venda de livro dos escritores João Silvério Trevisan e Edith Modesto, bem como a distribuição gratuita do livro “A hora e a vez dos jovens LGBTs” – Projeto Purpurina – GPH, que será entregue apenas para pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais que participarem do evento.

Já para falar sobre as diversidades na sala de aula, as professoras da Universidade de São Paulo, Jacqueline de Moraes Teixeira e Silvana de Souza Nascimento se juntam ao professor Lula Ramires, moderador da mesa, e a professora que também é facilitadora do Grupo de Pais de LGBT’s, Mércia Falcini, para comentarem as dificuldades e desafios de termos uma sala de aula aberta para a diversidade.

E na última mesa, encerrando com a mensagem “O Amor vence”, a professora, psicanalista e fundadora do GPH - Grupo de Pais de LGBT’s, Edith Modesto, que é uma das idealizadoras do evento, debaterá junto com a coordenadora do Grupo Mães Pela Diversidade, Majú Giorgi , a advogada e ativista Ana Marques, a mãe facilitadora do GPH no RJ, Tania Silva e com o jovem ativista Matheus Emílio, sobre a relação das famílias com os filhos (as) LGBT’s, e outros assuntos transversais.

O evento terá entrada franca, e será aberto para todos os interessados (sujeito à lotação do espaço).

PROGRAMAÇÃO:

TRAVESSIAS – DIVERSIDADE DE ORIENTAÇÕES SEXUAIS E IDENTIDADES DE GÊNERO

QUANDO? 31 DE MARÇO – sexta feira, das 13 às 20 horas.

ONDE? Auditório István Jancsó – Entrada pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Complexo Brasiliana USP

Av. Prof. Luciano Gualberto, 78 – Cidade Universitária – São Paulo

Tel. 3091.4156 | 3091.4157

 13h00 ABERTURA

Gabriel Simas – Gerente da Livraria EDUSP | João Alexandre Barbosa | Edith Modesto – Fundadora do GPH – grupo de pais de LGBTs

1ª Mesa (13 h10 às 15h) – Doc. “Lampião da Esquina”

Moderador e palestrante: Prof. João Silvério Trevisan – Escritor – Decano militante brasileiro Lívia Perez – Diretora do Documentário;Prof. Dr. Marcello Modesto – FFLCH – USP

2ª Mesa (15 às 16 h) – Direitos LGBTs

Moderadora e palestrante: Laerte Coutinho – Pessoa transexual, artista brasileira – cartunista; Letícia Lanz – Psicanalista, mestre em sociologia pela Univ. Federal do Paraná; Prof. Dr. Dimitri Sales – jurista – PUC – São Paulo

INTERVALO (16 às 17 h00)

Distribuição gratuita do livro “A hora e a vez dos jovens LGBTs” – Projeto Purpurina – GPH (PROAC – 2011) – somente para pessoas LGBTs presentes ao seminário | Aquisição de livros dos escritores: João Silvério Trevisan, Edith Modesto e Letícia Lanz. Venda do documentário “Lampião da Esquina”.

3ª Mesa (17h00) às 18 h30 Diversidade de Orientações Sexuais e Educação

Moderador e palestrante: Prof. Lula Ramires – Mestre e doutorando em Educação – USP; Profa. Jacqueline de Moraes Teixeira – Mestre e doutoranda em Antropologia Social -USP; Profa. Dra. Silvana de Souza Nascimento – Antropologia USP; Profa. Mércia Falcini – Educadora, mãe facilitadora do GPH

4ª Mesa (18h30 às 19h 30) – Famílias LGBTs – “O amor vence!”

Moderadora e palestrante: Profa. Dra. Edith Modesto – Psicanalista -FFLCH – USP (GPH); Sra. Tania Silva – mãe facilitadora (GPH – Rio); Sra. Maju Giorgi – coord. nacional do Mães pela Diversidade; Sra. Ana Marques – Advogada – Diretora dos Assuntos LGBT da Prefeitura Municipal de Guarulhos, mãe do GPH; Matheus Emílio Pereira da Silva – coordenador do Projeto Purpurina – GPH e membro do Grupo Pela Vidda – Agente jovem de prev. em DSTs-AIDS.

ENCERRAMENTO 19h30 às 19h50

- Apresentação de dança Victor Reder (Purpurina – GPH) – bailarino

Organização do evento: GPH – Grupo de Pais de LGBT’s, Projeto Purpurina e EDUSP.

 

 


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Geração Multitarefa

A tecnologia invadiu nossas vidas, nossos relacionamentos acontecem por meio de aplicativos e mídias digitais: Whatsapp, Facebook, linkedin, Email, entre outros; querendo ou não nossas informações estão no Google e em outras nuvens.

Algumas pessoas desenvolvem dependência tecnológica, nunca desligam o celular, outros tem verdadeira aversão, em ambos os casos é necessário um olhar cuidadoso, pois a era digital chegou para ficar.

Usamos nossos celulares para: ouvirmos música, enviarmos mensagens,sempre com muitas janelas e aplicativos abertos.

São muitos estímulos processados pelo nosso cérebro. Se por um lado criamos novas sinapses – ligações entre neurônios –  à alternância constante de uma tela para outra cria uma limitação de percepção, podendo dificultar a manutenção do foco, pois ao abrirmos essas janelas nos dispersamos, são tantas que não lembramos o que fomos pesquisar inicialmente. Isto dificulta a realização de tarefas diárias, perdemos nossa objetividade e desperdiçamos nosso tempo, não fazemos o que temos que fazer, por estarmos muito atarefados fazendo outras coisas.

Ouso excessivo de aplicativos altera nossa postura e pode deixar os jovens mais isolados e deprimidos; aproxima quem está longe, distância quem está perto.

Não lemos o texto na integra, damos uma passada de olhos, utilizamos menos nossa memória, meu celular deu pau, tô sem vida.

Apresentamos atitudes mais: agressivas, sensíveis, insubordinadas, sexualizadas, críticas, não existem barreiras sociais…não tenho medo nem limites.

Na era digital posso ser quem eu quiser, todos parecem ter uma vida interessante.

Estamos mais ansiosos, queremos respostas imediatas, quando enviamos uma mensagem e a resposta demora; “um bichinho interno” nos cutuca falandoPor que não responde? Está me evitando? Está me ignorando? Será que não sou importante? Essa situação mexe com a auto-estima, diminui a tolerância, a frustração, ou as coisas não acontecem como gostaria.

Estar conectado se tornou uma necessidade básica, ao chegar no velório um rapaz perguntou:- Qual a senha do WiFi? Um parente incomodado falou:- Respeite o morto. Ele perguntou: – É tudo junto?

A internet pode ser viciante. Os algoritmos nos fazem ver mais do mesmo,me empolgo e continuo “clicando”. Recebemos as mesmas postagens em diferentes grupos do Whats, postamos muitas vezes sem ver ou ler as mensagens anteriores.

O anonimato muitas vezes, torna as pessoas poderosas, falando tudo que pensam e sentem, e se alguém não concorda é só apertar o delete.

Nos resta utilizar estas tecnologias da melhor forma possível, observarmos, fortalecermos e sensibilizarmos enquanto seres humanos para continuarmos evoluindo e aprendendo. A viver nesta nova era.

 Magda Guerato

CRP 06/52215-0

Cel 11 99358-3092

WWW.magdaguerato.com.br

Magdaguerato@gmail.com ou contato@magdaguerato.com.br

 

 

 

 

 

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As expressões do preconceito no sistema penitenciário

O espaço das unidades penitenciárias constitui-se em um mundo à parte, constitui-se em um universo ímpar, de difícil acesso, caracterizado por regras e  organização interna peculiares.

No entanto, no que se refere à população LGBTT (gays, lésbicas, travestis e transexuais), observa-se importante similaridade com o mundo externo, em que a tradicional moral sexual da sociedade é transposta para dentro das unidades prisionais, e o preconceito e a discriminação sofridos pela população LGBTT – especialmente pelas transexuais e travestis – ganha tons ainda mais fortes.

Segundo Berenice Dias (2011), as transexuais são pessoas que se sentem em desconexão psíquico-emocional com seu sexo biológico, compreendem-se pertencentes ao sexo oposto e caracterizam-se por um estranhamento entre o seu corpo físico e sua autopercepção subjetiva.

Se considerarmos que exercer o papel de “mulher” para quem nasce anatomicamente identificada com o sexo feminino é marcado por uma série de discriminações, para quem nasce anatomicamente com o sexo masculino e, “escolhe” atuar socialmente de acordo com o gênero feminino, as barreiras a serem superadas são ainda maiores.

Logo, uma transexual inserida no sistema prisional – sendo este um universo majoritariamente masculino – a pena de privação de liberdade vem acompanhada da perda de outros inúmeros direitos.

Segregação em subguetos, submissão à situações discriminatórias, por exemplo, separação de objetos de uso cotidiano das transexuais e travestis dos objetos utilizados pelos demais presos, baixa oferta de trabalho dentro da unidade prisional, obrigatoriedade do uso de roupas masculinas, corte de cabelo, perda da autonomia e da integridade física, são alguns dos processos à que a população Trans está submetida no sistema penitenciário brasileiro.

É importante ressaltar que a construção da identidade de gênero de travestis e transexuais passa pelas alterações corporais, em que o corpo biológico vai sendo transformado em corpo feminino e neste contexto, ao raspar os cabelos de travestis e transexuais, o Estado está negando seu gênero feminino, impondo-lhe o retorno a uma identidade, o que gera sofrimento psíquico e pode ser considerado um ato de violência simbólica.

As práticas preconceituosas são generalizadas e ocorrem tanto por parte da administração das unidades prisionais e de seus servidores como também dos próprios presos.

Ações para minimizar o preconceito à população Trans no sistema carcerário já vem sendo adotadas, no entanto, essas iniciativas precisam ainda ser aprimoradas.

Em São Paulo foi criado o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e Promoção da Cidadania LGBT, através do Decreto Estadual 55.588/2010, sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo

e em 2014 a Resolução 11 da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) dispôs sobre a atenção às travestis e transexuais no âmbito do sistema penitenciário estadual. A Resolução considerou os Princípios de Yogyakarta sobre a aplicação da legislação internacional de Direitos Humanos em relação à orientação sexual e a identidade de gênero.

A Resolução supracitada valoriza ainda a autonomia das travestis e transexuais em situação de cárcere. O interesse destas pessoas é pressuposto para a definição das medidas a serem adotadas para proteger seus direitos, assegura, por exemplo, a possibilidade de travestis e transexuais manterem os cabelos na altura dos ombros.

Garante também que transexuais que tenha se submetido à cirurgia de mudança de sexo sejam incluídas em unidades prisionais correspondentes ao corpo readequado. Outro importante avanço é o reconhecimento do nome social, ou seja, do nome que a pessoa escolhe para se identificar e, a partir dele, construir sua identidade de gênero.

Outros Estados criaram políticas específicas para o público Trans, com a criação de alas e pavilhões próprios para esta população, são os casos de Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul.

Para Jean-Sébatien Blanc, da Asociáson para Prevención de la Tortura (APT), as alas específicas podem ser usadas como uma medida preventiva contra violências e discriminações à que a população Trans é submetida na prisão, no entanto, não se pode perder de vista o risco de com isso, implementar mias um ambiente de segregação.

Apesar dos avanços nas políticas de enfrentamento à homofobia no sistema prisional, ainda há muito à transformar, pois as alterações não podem se restringir apenas ao ordenamento jurídico.

Ações e políticas de cunho pedagógico que tenham por objetivo romper com valores e crenças discriminatórias e preconceituosas se fazem necessárias. É imprescindível que ações de orientação e conscientização sobre orientação sexual sejam realizadas na sociedade como um todo – família, escola e demais instituições sociais – para que a população Trans possa ser acolhida e respeitada em sua individualidade, seja no trabalho, no clube, na escola ou na prisão.

Referências Bibliográficas:

ANGOTTI, Bruna; MARQUES,Gorete; SANZOVO,Natália; ZAPATER, Maíra. Violências sobrepostas e não apuradas: um ano do caso “Verônica Bolina”. Carta Capital. São Paulo, maio de 2016. Justificando. Disponível em http://justificando.cartacapital.com.br/2016/05/26/violencias-sobrepostas-e-nao-apuradas-um-ano-do-caso-veronica-bolina/. Acesso em 15.Jan.2017

MANFRIN, Silvia Helena. Diversidade sexual no sistema prisional: um olhar sobre o preconceito e a discriminação em relação à diversidade sexual a partir da Penitenciária “Wellington Rodrigo Segura” de Presidente Prudente/SP. 2013. 164 f. Dissertação (Mestrado em Serviço Social e Política Social) – Universidade Estadual de Londrina, 2013.

SALLES, Dimitri. Direitos de Travestis e Transexuais na Prisão. Portal IG. março de 2014. Disponível em http://dimitri-sales.ig.com.br/index.php/tag/sistema-carcerario/. Acesso em 08 Jan. 2017.

 SESTOKAS, Lúcia. Direitos Humanos da População LGBT é tema de audiência da CIDH. ITTC. São Paulo, novembro de 2015. Disponível em http://ittc.org.br/direitos-humanos-da-populacao-lgbt-privada-de-liberdade-e-tema-de-audiencia-da-cidh/. Acesso em 15 Jan. 2017.

Autora

Mônica Soligueto, CRP 06/66468 – Psicóloga Clínica e Criminal, Coordenadora-adjunta do GDUCC (Grupo de Diálogo Universidade, Cárcere, Comunidade), da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

 

 

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Uso do nome social profissionalmente. Uma vitória importante da população LGBTs.

Um dos grandes entraves que a população transexual encontra em seu dia a dia é a possibilidade de utilizar o nome social em seu meio profissional. Por exemplo, a advogada Márcia Rocha já atua há oito anos como transexual. Contudo, em sua carteira da Ordem, constava seu nome de registro, Marcos Cezar. Esta situação mudará a partir do próximo mês.

A Doutora participa há seis anos da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de São Paulo e sempre se apresentou em eventos e palestras falando sobre o cotidiano de uma pessoa trans. Em um desses eventos, um participante questionou o fato do nome dela não constar no rol dos inscritos na OAB. O nome Marcia Rocha, de fato, inexistia nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil.

Assim, há três anos ela peticionou à entidade, requerendo a emissão de uma carteira com o seu nome social, bem como o devido registro deste nos quadros da Ordem. Foi um longo processo, diversas comissões foram criadas para debater o impacto da autorização do uso do nome social, mas, por fim, em janeiro de 2017, a seccional São Paulo emitiu portaria autorizando o uso do nome social.

Ela relata que mesmo havendo uma diferença entre a sua figura e o nome inscrito em sua carteira profissional, sempre foi respeitada pelos colegas, juízes, promotores, defensores e serventuários. Situação, por certo, rara e própria de um segmento em que grande parte dos membros têm consciência da obrigatoriedade do respeito à diversidade.

A importância deste grande passo está, justamente, no precedente. Se a OAB que é o órgão que mais entende de direito no país autorizou, por que outros órgãos de classe irão negar o uso do nome do social a seus associados? Portanto, essa notícia traz um grande alento para a população transexual. Engenheiros, médicos, dentistas, psicólogos, enfermeiros, e demais profissionais transexuais, poderão peticionar aos seus órgãos de classe, requerendo o uso de seu nome social, utilizando o caso da Dra. Márcia Rocha como uma importante referência de deferimento do pleito. Boa sorte! #LutePorSeusDireitos

ADRIANA CECILIO MARCO DOS SANTOS

Advogada
OAB nº 345197

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