Igreja evangélica de Manaus celebrará primeiro casamento gay

A Igreja Evangélica Ministério Inclusivo Avivar, que fica entre a zona sul e o centro de Manaus (AM), anunciou a realização de seu primeiro casamento gay, que está previsto para março deste ano. O pastor da denominação, Rafael Montebranco, disse que o mundo vive hoje “a evolução da Igreja”, em alusão aos diversos templos inclusivos que estão sendo abertos por todos os lugares.

Casamento gay em Manaus acontece em março

Tânia Pereira (51) e Lidiane Azevedo (32) resolveram tomar a iniciativa de serem as pioneiras na denominação a realizarem seu matrimônio. Integrantes da igreja, elas estão noivas há 4 meses. Dizem que já frequentaram igrejas tradicionais, mas pelo fato de não terem sua homoafetividade aceita nesses lugares, optaram por congregar em uma espaço inclusivo.

“Na igreja, crescemos ouvindo que a homossexualidade é pecado, mas o que Deus abomina na vida de qualquer pessoa são as coisas ruins, a pessoa viver na promiscuidade, e não na homoafetividade”, disse Lidiane. Sua companheira concorda, e esclarece que não acha certo com a forma que os relacionamentos não-tradicionais são vistos nos templos evangélicos atualmente: “A Bíblia não condena a homoafetividade, e essa interpretação arcaica deve ser revista”, concluiu.

O pastor da igreja explica que a intenção não é afrontar outras denominações mais tradicionais, e sim trazer o diálogo sobre o assunto, além de garantir um espaço onde as pessoas pertencentes a esses grupos possam se sentir livres para viverem sua fé: “Nós trabalhamos a teologia inclusiva, utilizando as técnicas de interpretação histórico crítica e cristocêntrica para extrair o melhor sentido de toda a Bíblia”, explanou.

Este tem sido um movimento crescente no Brasil. As igrejas de teologia inclusiva estão ganhando espaço em diversos estados da federação, e já contam com milhares de membros. A maioria da igreja evangélica, no entanto, ainda possui resistência em aceitar a realização e naturalização de LGBTs em seu seio. A tendência, entretanto, é de que, com o passar dos anos, essas igrejas estejam ainda mais fortes em todos os cantos do país.

fonte: portaldotrono

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Indonésia considera homossexualidade um ‘transtorno mental’ e sexo gay um crime

A homossexualidade foi classificada como um “transtorno mental” na Indonésia e um projeto de lei para criminalizar o sexo gay pode ser introduzido no parlamento do país. O Ministério da Saúde de lá divulgou na última sexta-feira que estava preparado para publicar um guia médico com base em dois relatórios publicados pela Associação de Psiquiatras da Indonésia (PDSKJI) em 2016.

O projeto de lei pode entrar em vigor em poucas semanas e a pena será de cinco anos de prisão. Já há uma região do país em que o sexo gay é crime

“Os homossexuais e os bissexuais correm o risco de problemas emocionais como a depressão devido a crises de identidade, enquanto os transexuais são suscetíveis a doenças mentais”, afirma relatório, que também diz que a homossexualidade vai contra as crenças da Indonésia. Embasados nesse relatório, uma lei que torna ilegal o sexo gay pode entrar em vigor no país durante as próximas duas semanas.

Segundo informações do site “Pink News”, o projeto de lei tem o apoio de todos os dez principais partidos políticos do país e, se for realmente aprovado, o sexo entre pessoas do mesmo gênero pode ser punível com até cinco anos de prisão.

A lei será aplicada a todas as pessoas que se relacionarem com outras do mesmo sexo. “Será considerado o mesmo que o adultério, quando homens e mulheres que fazem sexo fora do casamento, um ato que também pode ser considerado um crime”, afirma o secretário-geral Arsul Sani, que ajudou a criar esse novo código criminal.

Repressão à comunidade LGBT

Essa notícia vem poucos dias depois de a polícia da Indonésia prender 12 mulheres transgêneras na região de Aceh e raspar a cabeça delas em um frustrado esforço de “transformá-las em homens”. Aceh é a única parte do país em que a maioria da população é muçulmana e o sexo entre homossexuais já é ilegal. Isso é possível, pois conquistaram a concessão do governo para ter autonomia em determinadas decisões.

O chefe da polícia de Aceh cujo nome não foi divulgado, relatou que seus oficiais, além de rasparem a cabeça das mulheres trans, as fizeram com que elas cantassem alto até que suas “vozes masculinas” saíssem. Além de proibir o sexo gay, os aplicativos destinados ao público homossexual foram retirados da Google Play Store na Indonésia e a atitude é considerada uma forma de repressão do governo a comunidade LGBT.

fonte:24horasnews

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Um anjo veio me falar: o Rouge está de volta e faz show em Florianópolis

Preparem o espírito “Ragatanga” que o grupo Rouge está chegando. A girl band brasileira que anunciou recentemente o retorno para comemorar os 15 anos da primeira formação do grupo trará para Florianópolis o show da nova turnê, nesta sexta-feira de Carnaval, no Stage Music Park. A apresentação tem um presente especial para os fãs catarinenses: no repertório da apresentação de Li Martins, Aline Wirley, Karin Hils, Lu Andrade e Fantine Thó está o novo single Bailando, que será reproduzido pela primeira vez no palco.

A faixa é escrita e produzida pelo renomado produtor e compositor musical Umberto Tavares, que é responsável por grandes hits da cantora Anitta e de outros artistas que estão despontando nas paradas de sucesso nos últimos anos.

A nova música tem tudo para agradar ao público, com batidas dançantes e uma letra contagiante. Mas não se preocupe o show será também para relembrar as velhas canções, que continuam muito presentes. Afinal de contas, quem nunca dançou o Ragatanga naquela formatura do amigo, no casamento do primo, na balada, no chuveiro ensaiando a coreografia. Tá bem, nem precisa revelar, mas já vai afinando os passos que o show promete! Por telefone, Fantine falou com a Hora sobre a volta aos palcos e o show do dia 9. Confere:

 Como foi esse reencontro de vocês? Foi uma decisão do grupo, pressão dos fãs ou alguém da gravadora que estimulou esse retorno?
A gente está desde de 2012 cogitando uma volta e os fãs nos surpreenderam. Mas, mesmo assim, a gente ficava pensando: “será que são só alguns poucos milhares que estão entusiasmados? Ou algumas centenas, que faziam algum barulho nas mídias sociais?”. Mas quando o Pablo Falcão resolveu convidar o grupo pra fazer o Chá do Rouge – que é a festa que ele já faz há alguns anos – nós topamos e nos surpreendemos com o resultado, lotando as casas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi o que nos motivou para essa volta. Para fazer tudo que queríamos fazer: gravar música nova, lançar livro, fazer documentário, fazer musical… Enfim, estamos empolgadas com tantas possibilidades de trabalho.

 Depois da separação, em 2006, cada uma seguiu sua vida, algumas inclusive continuaram na área artística. Como foi conseguir reorganizar a vida para essa volta?
Estamos reorganizando ainda. Eu, por exemplo, moro na Holanda, estou lá há 10 anos, e faço bate e volta pra fazer show. Isso até ganhar uma forma mais sólida e mais clara. Agora estamos em estúdio para ensaiar o primeiro show de 15 anos e o Carnaval. Enfim, estamos a mil por hora e atendendo as demandas.  Mas vocês têm o objetivo de manter a formação, não só um show de comemoração dos 15 anos? Nós já gravamos uma música nova que chama Bailando e um vídeo clipe também. Nós estamos mostrando um material novo, e vamos sentir o mercado. Mas a demanda é muito grande. Já temos tantos pedidos pra show que já vamos ficar ocupadas por muito tempo, só com esses pedidos.

 Fale um pouco desse novo trabalho com músicas inéditas que será apresentado para o público em breve.
Estamos fazendo uma seleção de músicas. Bailando é uma música do Humberto, um compositor aqui do Rio de Janeiro, foi um prazer trabalhar com ele. Eu, dia 31 de dezembro, estava em Amsterdã no estúdio escutando músicas novas para trazer. Eu separei umas 13 canções para gente ouvir e com a Sony, que é a nossa gravadora, estamos nesse processo de seleção do que tem a cara do Rouge, de qual será o nosso próximo single. Essa é a melhor parte: pensar em música e fazer música.

 E qual é a cara do Rouge? É a mesma de 15 anos atrás? Para que público está o foco nessa nova fase?
Estamos focadas no público que já temos. E quem mais vai gostar. É sempre uma surpresa. O Rouge sempre foi um pouco lúdico, nós somos pop, mulheres, então a gente gosta sempre de brincar com essas nuances que a mulher tem. Tem a mulher menina, tem a poderosa, tem a sensual, tem a misteriosa… A gente gosta de colocar todas as cores da nossa expressão artísticas e feminina, e acreditamos que isso vai atingir muito as mães e também muito as crianças. É a nossa esperança. E nosso público gay, que também é super fiel, super empolgado e apaixonado pelo Rouge. A gente faz muito do nosso trabalho voltado para eles.

 Vocês ficaram em ‘recesso’ um bom tempo, como foi o convívio e o contato com os fãs durante esse tempo?
Isso eu conseguia sentir pelas mídias sociais e pela conversa com as meninas. Eu sempre que vinha para o Brasil e tinha oportunidade de encontrar com as meninas, elas sempre me falavam bastante do respeito que o Rouge estava ganhando nas baladas e no teatro. Porque as que ficaram aqui no Brasil deram sequência a carreira de uma forma muito bela dentro de musicais. Conquistando esse espaço, conquistando esse respeito, mostrando a qualidade e a veracidade do trabalho. E isso acabou dando mais credibilidade ao próprio Rouge, além do amor que os fãs sempre tiveram.

 Como é ter um sucesso como Ragatanga? Como vocês trabalham para produzir sucessos que se equivalem com esse “hino” do Rouge?
Da mesma forma de sempre, como foi no início da nossa carreira, vesti a camisa do trabalho e fazer o melhor possível e esperar que as pessoas gostem do que a gente tá compartilhando. E a forma que o trabalho será recebido, sempre foge do controle do artista. Não tem como controlar. A gente espera. A gente dá o melhor, daí como vai ser recebido e como vai ser lembrando, não está em nossas mãos. Então, a gente é muito privilegiada de ter um hit que nos projeta e nos deixa, de certa forma, inesquecíveis. Um hit é muito bom para podermos mostrar quem está por traz dessa canção.

 Que mensagem vocês querem passar com esse retorno?
Nossa, esse retorno tem tantas mensagens. É uma mensagem de gratidão, união, de vamos continuar, aceitar, perdoar, seguir a diante, curtir, celebrar a vida. E tudo que a gente faz, nós estamos fazendo com muita dedicação e muito amor, para criar e manifestar coisas belas em nossas vidas. E em todas as áreas de nossas vidas. Desde da profissional, da emocional e a financeira. A gente está torcendo para que esse projeto nos traga uma segunda chance. Uma segunda chance que estamos fazendo com muito amor, muita dedicação e gratidão pelo amor que recebemos dos nossos fãs.

 O que os fãs de Florianópolis podem esperar do show do dia 9, no Stage Music Park?
O público pode esperar o Rouge, cinco mulheres apaixonadas pelo que fazem e querendo trazer muita positividade e alegria para o nosso público.

 SERVIÇO
O que: Rouge 15 anos
Quando: 9 de fevereiro (sexta-feira), a partir das 21h
Onde: Stage Music Park I Rodovia Maurício Sirotski Sobrinho, 1050, Jurerê Internacional
Quanto: a partir de R$ 80 (pista, 1º lote). Sócios do Clube NSC e acompanhante têm 30% de desconto na compra do ingresso antecipado na loja Blueticket do Beiramar Shopping (Rua Bocaiúva, 2.468, Centro, Florianópolis) ou no local do evento.
Vendas online: goo.gl/WB4TYB
Estacionamento: R$ 30 (comum) e R$ 50 (VIP)
Informações: (48) 3028 5300 –  www.stagemusicpark.com.br

CURIOSIDADES

- O Rouge foi formado em 2002 no show de talentos Popstars, do SBT. Li, Aline, Karin, Lu e Fantine foram as vencedoras do programa entre as mais de 30 mil candidatas inscritas na atração.

- Em 2004 a Lu Andrade deixou o grupo, que seguiu lançando novos trabalhos, mas em 2006 desfez a formação.

- Em 2012, quando completariam 10 anos, o grupo ensaiou um retorno sem Lu Andrade, mas o projeto não deu certo e as cantoras continuaram com suas carreiras solo.

- Em novembro de 2017 o grupo assinou um novo contrato com a gravadora Sony Music e relançou todos os antigos álbuns nas plataformas digitais.

- O grupo que esteve neste domingo no Faustão nunca havia se apresentado na Globo anteriormente, isso por conta de uma antiga determinação, já que elas foram formadas num programa do SBT.

fonte: dc.clicrbs
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Dançarinos de Anitta, Ludmilla, Valesca e Pabllo Vittar montam uma ‘gay band’

Do sonho de dançar ao lado de artistas como Anitta, Ludmilla, Valesca Popozuda e Pabllo Vittar surgiu a vontade de criar a primeira gay band brasileira. Edson Bibiu (de 30 anos e morador de Realengo), Jhury Nascimento (de 22, da Taquara), Lucas Oliveira (de 24, da Ilha do Governador) e Thiago Basseto (de 21, de Duque de Caxias) dançarinos e coreógrafos oficiais das estrelas citadas acima formaram a banda Funtastic. E já chegam com tudo. Só para ter uma ideia, eles têm single (“Balança a Raba”, assista abaixo) criado por Yuri Drummond (autor de sucessos de Vittar como “Corpo sensual”) e Ludmilla como madrinha.

“Fizemos nossa primeira apresentação em um show da Ludmilla, no fim de semana. Ela até fez uma música para gente, que ainda vamos gravar”, adianta Edson, que dança com a cantora há três anos. Apesar dos trejeitos e das definições da banda, os componentes não pretendem, a princípio, fazer nenhuma defesa de gênero. “A defesa do gênero já somos nós. Queremos tentar chegar em um público geral, na criança, no idoso e no hétero… Vamos aproveitar a porta que a Pabllo abriu, a barreira que ela quebrou”, completa.

Uma figura bem carimbada do quarteto é o loirinho Lucas, que há seis anos integra o balé de Anitta. “Ela abriu portas para muitas coisas, foi a primeira que colocou dois bailarinos dançando de forma feminina no palco”, analisa ele, que vê no mercado atual uma ótima oportunidade para seguir “quebrando barreiras”. “Já teve show que eu recebi pedra de gelo, e Anitta interrompeu o show falou sobre o preconceito. No começo foi muito difícil”, lembra.

Lucas, Jhury, Thiago e Bibiu formam a gay band Funtastic Foto: Divulgação

Jhury também já sofreu ataques homofóbicos enquanto se apresentava com Valesca, com quem ele trabalhou por quatro anos. “Gritaram viado e acertaram uma lata de cerveja no meu olho, fui parar no hospital e tive o risco de ficar cego”, conta ele, que manteve o cabelo vermelho (sua marca registrada) para o novo projeto. “Dos quatro, eu sou o mais afeminado do grupo (risos). Gosto dessa confusão do gênero, das pessoas olharem pra mim e perguntarem: ‘ele é menino ou menina?”.

O grupo vai se apresentar no próximo domingo no Baile do Bloco da Preta Gil, no Monte Líbano, com Pabllo Vittar e Jojo Todynho. “Não existe nenhum produto como a gente. A chegada da Pabllo no cenário foi muito bom, mas nem todo mundo se sentia representado. Nós, por sermos quatro estilos diferentes, vamos conseguir representar bastante gente. Queremos mostrar essa coisa que aquele gay periférico que tem a voz fina consegue fazer um trabalho bom e de qualidade. Não tem essa de querer ser mulher. Nós somos afeminados, mas não somos mulheres”, avisa Thiago.

Fonte: Athosgls

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Carnaval gay ganha as ruas do Brasil

O carnaval chegou e o Brasil inteiro vira uma grande festa. Mas, para o púbico gay a folia a cada ano ganha ainda mais destaque. Grandes cidades carnavalescas como Rio de Janeiro e Salvador se firmam como destino gay friendly no carnaval e até mesmo São Paulo investe na folia voltada para esse público. Com isso, cada vez mais o turismo LGBT ganha força nesta época, tanto interno quando trazendo turistas de todos os cantos do mundo.

O Rio de Janeiro é certamente o destino para carnaval gay mais tradicional do Brasil. A cidade sempre foi reconhecida pelo seu carnaval e os foliões LGBT sempre encontraram seu espaço no destino. Mas a cada ano que passa o Rio vem se firmando com ótimas opções para se tornar um destino gay friendly ainda mais forte na festa do Rei Momo. O que antes era restrito aos cantos escondidos da cidade e aos bailes de gosto duvidoso tomou, literalmente, as ruas da cidade. Muitos blocos passaram a ser frequentados pelo público gay e a cada carnaval a agenda dos foliões LGBT no carnaval de rua se torna ainda maior (clique no link para ler a agenda dos melhores blocos gays do Rio). Além disso, o público gay costuma brincar o carnaval na rua de dia e aproveitar as festas gays da cidade (clique no link para ver a agenda) a noite. Um roteiro bem agitado, mas que ninguém quer deixar de curtir.

Se o Rio é famoso pelo carnaval, São Paulo já foi considerada o túmulo do samba. Mas que chegar na cidade no período que antecede a folia e ficar por lá durante e depois do carnaval pode se surpreender. O carnaval de rua de São Paulo está a cada ano que passa mais forte. Sendo a cidade com mais opções de entretenimento gay do Brasil não é difícil entender porque os blocos gays de São Paulo são mais declaradamente gays (clique no link para ler as dicas dos melhores). Inclusive muitas das festas e boates da cidade estão investindo em seus próprios blocos, que arrastam multidões que impressionam.  Não será estranho se daqui alguns anos escutarmos que o carnaval de São Paulo se tornou referência em carnaval gay no Brasil.

Mas de todos os destinos brasileiros carnavalescos o que vem ganhando a cada ano mais turistas gays é Salvador. A cidade que sempre teve na folia uma das datas mais importantes passou nos últimos anos a receber cada vez mais o público LGBT. O que começou com um movimento normal de amigos indo curtir um carnaval diferente se tornou tão grande que nos últimos anos a cidade se prepara para receber o público. Alguns blocos são reconhecidos por ser os preferidos dos gays e até mesmo investiram em associar seu nome a maior boate gay da cidade para a venda de abadás. Este ano pela primeira vez haverá um camarote gay para quem quiser curtir a folia com mais conforto e as festas na cidade estão ainda maiores, tanto que Preta Gil resolveu abrir sua boate na cidade justamente no período da folia. O carnaval gay de Salvador já uma realidade e promete se tornar ainda melhor a cada novo ano (clique no link para ler as dicas do carnaval gay na cidade).

 fonte: Athosgls
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Lucas Lucco é vítima de homofobia ao lançar clipe com Pabllo Vittar

A cada novo clipe lançado por Lucas Lucco, fica claro que a intenção do cantor é se afastar cada vez mais do segmento sertanejo (mercado que o revelou, mas um gênero que, de fato, ele nunca cantou).

Com a música Paraíso, uma parceria com Pabllo Vittar, isso fica ainda mais evidente. Se existia algum elemento que ainda o identificava com o sertanejo em trabalhos anteriores, nesse vídeo o cantor abandonou de vez qualquer conexão com o estilo.

Com uma estética totalmente voltada ao pop, a composição é feita para bombar nas pistas e nas baladas GLBT.

Lucas, aliás, não teve o menor pudor de criar um clipe onde sensualiza com Pabllo em cenas quentes filmadas no litoral da Bahia.

Nas imagens, o cantor aparece abraçando e flertando com ela. A inesperada interação entre os dois mostra um Lucas Lucco despido de preconceitos e pouco preocupado com a repercussão que isso pudesse causar.

Afinal, com essa tendência de se aproximar cada vez mais do pop, o cantor parece estar em total acordo de fazer o jogo do segmento e ser menos careta que no passsado. Sai de cena o Lucas quase infantilizado de Momozão e surge um novo personagem, mais maduro, fiel às próprias vontades e conectado com sua geração. O que sugere que talvez ele tenha mais liberdade para escolher o que grava.

Mas claro que isso acabou gerando um mau estar entre o público antigo do cantor. Os mais conservadores e conectados com o sertanejo, gênero que dialoga cada vez mais com o público gay, mas que ainda é majoritariamente hétero, detonaram a parceria no campo de comentários do YouTube.

Lucas, no entanto, não deve estar preocupado com a decisão. Em entrevista ao Fantástico, no último domingo (28), ele mostrou suas intenções daqui para frente: “Neste ano de 2018, quero ser uma espécie de cola, sem rótulo, sem gênero”.

A proposta mostra coragem da parte do cantor, que troca a certeza de se contentar com o lucrativo meio do sertanejo universitário, — onde ele seria só mais um —, para tentar o sonho de ser um astro pop masculino no Brasil, lacuna que é disputada por Nego do Borel, Kevinho, Alok e Luan Santana. Mas que ninguém ainda ocupou de fato.

fonte: diversao.r7

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Atriz de “Malhação” fala sobre beijo gay na trama e pede seriedade na abordagem

Manoela Aliperti, que vive a Lica em “Malhação – Viva a Diferença”, comemorou os acontecimentos desta semana na novela teen: além de Gabriel (Luis Galves) ter assumido para as amigas que é gay, sua personagem beijou Samantha (Giovanna Grigio).

“O assunto é importante. Deve ser tratado de maneira responsável e séria, dentro da proposta”, falou a atriz de 21 anos para o jornal “Extra”.

Aliperti também comentou sobre o número crescente de fã-clubes nas redes sociais que torcem pelo casal.

“Atribuo essa reação do público a ambas terem personalidades fortes e engajadas. São duas pessoas que se gostam, são cúmplices uma da outra, divertem-se juntas e têm muito em comum”, destacou.

 fonte: athosgls
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Com cinco times, 1ª Copa Sul Gay acontece na Grande Florianópolis

Competição é sábado, a partir das 12h, no “Bola na Trave”, na Praia Comprida, em São José.

Inclusão, respeito, diversidade e representatividade. Essas são as palavras que definem a 1ª Copa Sul Gay de futebol society. O evento acontece neste sábado, a partir das 12h, no “Bola na Trave”, na Praia Comprida, em São José, na região da Grande Florianópolis. A entrada da torcida é gratuita.

Cinco equipes, dos três Estados da região Sul do país, irão participar. Sereyos Futebol Clube, de Santa Catarina), PampaCats e Magia, ambas do Rio Grande do Sul, e CFC CapiVara e Taboa, as duas do Paraná.

Os times fazem parte da LiGay Nacional de Futebol (LGNF), sendo que os Sereyos e o Magia participaram do primeiro campeonato gay de futebol brasileiro, que aconteceu em no novembro de 2017, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A 1ª Copa Sul Gay de futebol society será apitada pelo juiz Margarida, e o regulamento do campeonato prevê que os times joguem entre si, sendo que os dois melhores fazem a final.

Após a disputa haverá confraternização para os jogadores no local e ainda uma celebração aberta ao público no Jivago Night Club.

fonte: athosgls

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Claudia Leitte comemora dez anos de carreira nesse Carnaval

Uma das estrelas da folia promete brilhar ainda mais no Carnaval deste ano. Esbanjando alegria e saúde, a carioca de alma baiana Claudia Leitte, 37 anos, comemora os dez anos de carreira solo em cima do trio ao lado do público. Para completar a festa, a musa traz o single Carnaval, lançado nesta sexta-feira (26) em parceria com o rapper Pitbull. Ele, inclusive, será um dos convidados da musa na folia de Salvador. As sertanejas Maiara e Maraisa também invadem a avenida ao lado da loira.

“Nosso Carnaval vai ser um momento de transformação mágico. Quero que sintam a força e a energia de um novo ciclo. É como se um novo ano estivesse começando”, disse a cantora, que pediu para o público ir vestido de branco – cor base dos figurinos e cenários com temática “saúde”.

O tema alerta para importância dos cuidados com a saúde física e mental do corpo, além de ser uma homenagem ao bairro da Saúde, em Nazaré, onde Claudinha foi criada. “Depois de um trabalho, encontrei minha mãe e ela estava bem mais magra. Era algo que ela queria, ter hábitos saudáveis. Foi aí que eu pensei que, muitas vezes, temos tanta coisa para fazer que a gente acaba não enxergando a caminhada que foi para alcançar nossos objetivos e esquecemos nossas raízes. Sempre soube das minhas raízes e essa foi uma forma de homenagear o lugar de onde vim. Lá, ouvia o Olodum tocando e cresci indo nos ensaios do Pelourinho. Saúde é o começo de tudo: é o meu lugar e também o que nos sustenta na vida”, explicou, em entrevista exclusiva ao CORREIO, enquanto terminava de comer um prato de macarrão. Tudo, segundo ela, “pra aguentar a correria”, após passar 16 horas em estúdio gravando o The Voice Kids, reality show da TV Globo do qual é jurada.

Correria essa que a cantora Ivete Sangalo, grávida de gêmeas e longe da folia baiana, precisou se afastar nessa reta final da gravidez. “Ela vai fazer falta”, diz Claudia, destacando que esse momento  que Ivete vive é de muita alegria e emoção. “Mas tenho certeza que ela vai dar um jeito de estar entre nós. De qualquer forma, Ivete está na música  – nos nossos repertórios – e no clima alegre. Ela é pura alegria”, afirma.

Siga Claudinha na folia

8/2 (quinta-feira)

Pipoca: Abertura do Carnaval com Pitbull no circuito Barra-Ondina; será a primeira vez que eles apresentam a música Carnaval juntos.  Nesse dia, ela homenageia o  futebol brasileiro no figurino

9/2 (Sexta-feira)

Trio elétrico: Claudia sobe no Blow Out com Pitbull no circuito Barra-Ondina. O figurino do dia faz alusão ao futebol americano

10/2 (sábado)

Festa privada: A estrela fará show no Camarote Skol; no dia, ela usa figurino inspirado na Zumba

11/2 (domingo)

Pipoca: Ela desfila em um trio sem cordas no  Campo Grande. A roupa será inspirada na Fórmula 1

 

13/2 (terça-feira)

Bloco: Terça é dia do tradicional bloco Largadinho, no circuito Barra-Ondina, com Maiara e Maraisa. Nesse dia, ela encerra a participação no Carnaval de Salvador com  figurino inspirado no basquete

17/2 (sábado)

Comemoração: Na exata data em que comemora dez anos de carreira, Claudia leva o Largadinho para a Rua 23 de Maio, em São Paulo

 

‘Eles me inspiram’, diz sobre público LGBT

Faltando 11 dias para o Carnaval, Claudia Leitte se apresenta na capital baiana neste domingo (29), às 16h, no Alto do Andu, localizado na Avenida Paralela, para a festa Cidade Elétrica. O evento, promovido pelo Grupo San Sebastian – dos produtores André Gagliano e José Augusto – vai celebrar a relação da cantora com o público LGBT.

“Sou muito grata ao público gay. Eles me inspiram e me acompanham há muitos anos. São pessoas com quem eu tenho grande conexão. Eu canto pela massa, mas grande parte dessa massa é LGBT. Assim como eu, eles buscam por liberdade e acreditam no amor. Eu acredito no amor, na igualdade de gêneros e acho que a vida é a arte do encontro. Me sinto muito honrada de tê-los comigo. Tudo que faço penso neles”, declara a cantora.

Domingo (28), ela se junta à “rainha má” Daniela Mercury para fazer um aquecimento do Carnaval 2018 e dos blocos Blow Out, Largadinho (ambos de Claudia) e Crocodilo (de Daniela), antecipando o clima de folia soteropolitana. A aposta de Daniela para o Carnaval é a música Banzeiro, composição de Dona Onete. Ela não deixa de fora sucessos.

Já Claudinha canta pela primeira vez o single Carnaval, além dos  hits Baldin de Gelo e Lacradora, gravado em parceria com as cantoras Maiara e Maraísa. “O show de Daniela é lindíssimo. É uma apresentação nova e muito bem ensaiada. O meu também traz o repertório mais atual. Estou muito feliz de voltar para a minha terra e poder apresentar pela primeira vez a música Carnaval. Foi aqui que tudo nasceu”, conta Claudia. Apesar de usar branco em suas apresentações há algum tempo, ela revela que nesse show, especificamente, trará figurino diferente e cenários tropicais. “Terá um painel de LED com algumas referências ao meu tema do Carnaval”, antecipa. Segundo Daniela, a festa terá um clima alegre e contagiante: “Falta pouco para esse dia mágico e histórico. Vai ser muito especial”, garante a cantora.

Cidade Elétrica – A Festa (Alto do Andu, Avenida Paralela). Domingo (28), às 16h. Ingresso: R$ 65 (pista), R$ 100 (front stage) e R$ 160 (camarote open). Vendas: San Folia

 fonte:ibahia
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SMDHC assina parceria com Defensoria Pública no Dia da Visibilidade Trans

O Dia da Visibilidade Trans foi comemorado de forma especial na manhã desta última segunda-feira (29).

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo assinaram um termo de Cooperação Técnica no qual as duas instituições se comprometem a ampliar a promoção de ações judiciais de retificação de nome e gênero para as travestis, mulheres transexuais e homens trans residentes no município de São Paulo e que não tenham condições de arcar com os custos de um advogado particular.

 O evento contou ainda com a participação da Receita Federal – que promoverá a inclusão do nome social no CPF, sem a necessidade da presença física da beneficiária(o) nos Centro Apoio ao Contribuinte (CACs) da capital (com o atendimento sendo realizado nos Centros de Cidadania LGBT).

 Foi realizada, inclusive, a entrega oficial dos dez primeiros documentos, o primeiro deles à artesã Miriam Silva. “A retificação no meu CPF representa um grande avanço. Em qualquer lugar, quando alguém pede nosso RG e nos olha, diz que quer o documento– mas eu sou essa pessoa diferente da identidade. É o pior constrangimento que passamos, em hospitais, entrevistas de emprego enfim”.

No documento assinado nesta manhã, a Defensoria se compromete a garantir o atendimento jurídico (judicial e extrajudicial) nos centros de cidadania LGBT da capital e também promover cursos e palestras, visando à promoção da educação em Direitos Humanos e buscando a redução dos casos de violência física e moral contra população LGBT e às pessoas que vivem com HIV. À Secretaria compete a disponibilização do espaço físico, promoção de campanhas institucionais para divulgação da legislação, de proteção ao nome social e de combate à LGBTFobia.

 As parcerias da SMDHC com a Receita Federal, OAB e Defensoria Pública, buscam a redução do preconceito contra as travestis e transexuais, através de políticas públicas de médio e longo prazo, principalmente o mutirão de retificação e o programa Transcidadania.

 Participaram da solenidade de assinatura: a secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Eloisa Arruda; o defensor público-geral do Estado de São Paulo, Davi Eduardo Depiné Filho; o delegado adjunto da Delegacia Especial de Pessoas Físicas da cidade de São Paulo, Claudio Affonso de Andrade; a chefe da equipe de interação com o cidadão da Delegacia Especial de Pessoas Físicas da Cidade de São Paulo, Silvia Regina de Sá Motta Regina; a chefe substituta da equipe de interação com o cidadão da Delegacia Especial de Pessoas Físicas da Cidade de São Paulo, Bruna Guedes Bomfim; o defensor público e coordenador auxiliar do Núcleo de Defesa da Diversidade e da Igualdade Racial, Rodrigo Augusto Tadeu Martins Leal da Silva; o chefe da equipe de cadastro da Divisão de Interação com o Cidadão da Superintendência Regional da Receita Federal, Fernando Masatoshi Ariyoshi e a chefe da divisão de Interação com o Cidadão da Superintendência Regional da Receita Federal, Maria Stela Oliveira. Também participaram integrantes da Coordenação de Políticas para LGBT: o coordenador, Ivan Batista; o assessor jurídico, Marcelo Ximenez Gallego, o advogado do Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, Ricardo Dias e demais assessores.

 

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